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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Coisas Medonhas Em Formatos Graciosos!

Olá, queridos! Seguindo a linha Okapística de desenhinhos, apresento hoje a vocês as animações mais legais de uns anos atrás! Sim, a Poodle está nostálgica esta semana! Vocês vão relembrar ou conhecer as coisinhas que me faziam rir há um tempo atrás. Ifelizmente, a metade delas é em inglês. Mas, felizmente, a outra metade é em português! Então leiam o post e divirtam-se!

Comecemos pelas gringas!

Bem sabem vocês que eu curto um belo humorzinho nonsense/negro/absurdo e todos os adjetivos que queiram inserir alí. Se não sabia, agora sabem! Tchãnã! Então, nada melhor para começar meu post sobre videozinhos com um lindo coelhinho rosa e saltitante!



Mas olha, como ele é grande! Maior que o Herman! Não é a toa que ele se chama BIG BUNNY! Com sua fofura e disfunção na fala este coelhão faminto ludibria as criancinhas, enqüanto vem, secretamente, jantando alguns de seus conhecidos. Ó, céus! Onde vamos parar? Nem em coelhinhos fofuxos podemos confiar mais! Cuidado, qualquer um pode ser como o BIG BUNNY!
Em inglês. Mas como eu já disse, ele tem disfunção na fala (deve ter aprendido a falar com as vítimas que fez), então ele fala devagar. Quem sabe pouco inglês também entende.

Mas passemos a algo mais... ahm... bizarro! Um de meus favoritos, devo admitir. Ele é verde, ele é frágil, ele é medonho, ele gosta de ferrugem e sua mãe comeria os dedos dele! Ele é o Salad Fingers!


Na sua saga pela colher enferrujada perfeita, ele te atormentará com suas obsessões mais do que bizarras. E, sim, ele gosta quando 'a água vermelha sai' de seus dedos de salada. Engraçado que eu jurava que sangue de alface não era vermelho. õ.O
Lembrando que a Poodle aceita camisetas do Salad Fingers de presente. De preferência com essa imagem aí em cima. Eu gosto MUITO do Salad Fingers!

Chegando à área nacional, trago as coisas da nossa infância e pré-adolescência. Imagino que todos conheçam essa tchurminha da pesada com seu vocabulário culto. Afinal, quem não adora ratinhos com uma grande imaginação? Estou falando de Roque e Alfredo!


Uma das minhas falas preferidas é uma do Alfredo que diz: "Pensei, pensei ludibriá-lo com a minha riqueza. Mas agora vejo que enganei-me!". Logo depois de ver que não ludibriaria Roque com seu dinheiro, Alfredo lhe oferece uma ameixa paraguaia e tudo fica bem! Isso no meu episódio favorito pessoal Rei Roque.

Saindo dos ratinhos, trago uma paixão nacional. Ele, o homem-coxinha! De acordo com seus próprios criadores "o herói de carne mais querido do Brasil". Incompreendido em sua paixão proibida pela mulher-alface, ele tenta se encaixar na família vegetal. Acho que ele não teria tanta certeza de sua paixão se tivesse o Salad Fingers de cunhado, não? Eu não teria!



Para quem não sabe, o Homem-Coxinha é dos mesmos criadores do Roque e Alfredo! Por isso o link é o mesmo. Vão na área de animações do site e escolham sua diversão!

Só posso dizer que a invasão de animações na web continua crescendo. Eu, particularmente, acho que o canguru aprova, ainda que tenhamos que selecionar as coisas um tantinho. Tem muita coisa comunzinha por aí!

Para finalizar com chave de ouro, uma animação em flash para os que entendem bem o inglês! Sim, são só textos! E preste bem atenção! Descubra o Samsung Means To Come! (mudou minha vida, nos idos de 2005).

Tentei achar o vídeo no YouTube, mas não rolou. Cliquem no link e vejam do que eu estou falando!

Todas essas animações são APROVADAS PELO CANGURU!

Beijos a todos!


P.S1.: Informamos que a vencedora da promoção "Onde está o Orni?" é Maria Silvia Ribeiro Ruy, de Curitiba, Paraná. O e-mail dela chegou dia 10 de Novembro, às 14:31. Ela não achou só o Orni, mas a Limbo e o Okapi também. Prometo que da próxima vez também estarei presente! Assim que conseguirmos nos agilizar ela terá em mãos itens exclusivos da Gangue que farão vocês babarem de inveja!

P.S2.: Teremos novidade na Gangue, na semana que vem (espero). E uma bem divertida! Aguardem!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A bolacha é o tesouro

O feijão que me desculpe, mas a bolacha é o ouro do besouro.
Ó céus, você se pergunta, essa gente do blog surtou de vez? Ainda não. Relaxa que o
Ornie explica. Se você clicar aqui vai entender a metáfora do feijão.

Para explicar vou retomar meu último final de semana na
terrinha da ervilha (por favor, não fique intimidado com a quantidade de leguminosas no post). Então lá estava eu na metrópole da Fenacitrus lendo uma matéria da edição da Rolling Stone de agosto (sim, minhas leituras ociosas andam atrasadas) sobre o retorno do vinil, popularmente conhecido por bolacha.

(Admirável mundo velho)

Cozinho feijão há alguns anos. Mas devo admitir que o vinil exerce um fascínio sobre mim muito maior do que qualquer iPOD, mp3 e derivados do mercado. Podem me chamar de nostálgica, anacrônica, ornie-maluco, whatever. O fato é que, segundo estimativa da Recording Industry Association of America, a venda de LPs em 2008 deve chegar a 1,6 milhão de discos. Isso significa que eu não sou a única lunática a preferir o som do vinil.

É claro que jamais cogitei a possibilidade de ouvir meu vinil enquanto ando num Bombeiros Faixa-Nova. A praticidade fica fora de questão. Porém, eu me refiro a todo o trabalho contido na embalagem do disco, com as fotos enormes da banda, prazer que cd nenhum pode proporcionar. Sem falar na alta fidelidade sonora. É claro que há controvérsias, afinal de contas, com toda a tecnologia desenvolvida hoje não faz sentido o som do vinil ser melhor do que o som do cd ,não é? Não seja medíocre! O blog de Roberto Bechtlufft tem uma postagem sobre o assunto. Clique aqui para visualizá-la. Na verdade minhas constatações são meramente pessoais, ou seja, o ornitorrinco prefere a bolacha.

Voltando ao fim de semana, tive a visão paradisíaca de uma estante abarrotada de LPs (pertencente à minha fonte secreta). Dentre as centenas de discos, selecionei categoricamente alguns para ouvir. Enquanto o dilúvio caia lá fora, eu estava preocupada em encontrar um toca-disco para meus recém adquiridos tesourinhos.

Como nada na vida é fácil, depois de três toca-discos inoperantes e de tentativas frustradas de consertá-los, voltei para meu habitat atual. Fui em busca do toca-disco pelos brics da cidade. Encontrei um que apresentou o mesmo problema dos anteriores: o prato não girava. Saldo do fim de semana: 18 LPs e 0 toca-disco. Nas minhas andanças pelo cibermundo deparei-me com um blog que tem tudo a ver com o assunto e com a minha busca incessante. O blog A arte em toca-discos de Joaquim Martins Cutrim traz toca-discos magníficos. Os exemplares custam a bagatela de um sistema digestivo (ou seria digestório? Eu nunca sei) completo.

O blog A arte em toca-discos é MARA!

PS1: Faça um ornitorrinco feliz: se você conhece alguém que tem um toca-disco em bom estado e queira vendê-lo deixe seu comentário, ou se preferir me presentear em honra do meu aniversário que está próximo, ficarei bem contente^^.

PS2: Mesmo que você não conheça ninguém que venda um toca-disco e nem queira me presentear com um, deixe seu comentário.

PS3: Fique atento para a próxima promoção da Gangue. Você pode ser o ganhador. Em breve...

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Feijão psicodélico

Esse fim de semana ocorreu um fato decepcionante para mim. Aliás, não só para mim, mas para outras 765244 pessoas que são membros da comunidade Discografias do Orkut.
No entanto, para falar sobre essa questão, eu teria que tecer aqui uma abordagem envolvendo direitos autorais, propriedade intelectual, copyright e pirataria. É interessante ressaltar que a Lei 10.695, de 01 de Julho de 2003 altera partes do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 acrescentando ao artigo 184, §4º, que ressalva que a criação de uma cópia pelo copista para uso próprio e sem intuito de lucro, do material com direitos autorais, não constitui crime.
E o que o ornitorrinco quer dizer com isso?

Bom, simplificando:
Todo mundo sabe que é ilegal baixar músicas no formato mp3 pela internet, certo?
E todos sabem que para comprar aquele cd que a gente tanto deseja, é preciso vender, pelo menos, o rim esquerdo. Vejo pelo exemplo de um cd que quero adquirir há mais de um ano e que o preço mais acessível que encontrei é de
R$ 53,85 (fora o frete).

Para não entrar no âmago da questão, falarei sobre “cozinhar o feijão”.

Dia desses fui cozinhar feijão pela comunidade Discografias e eis que todos os links para os grãos de feijão haviam sumido. Existe lá um abaixo-assinado para salvar a comunidade, ou melhor, o pé de feijão (adoro analogias absurdas). Parti então em busca de outros sites que disponibilizam feijão e encontrei o blog Lágrima Psicodélica.

O blog que se denomina underground, teve sua primeira postagem no dia 18 de setembro de 2005. No momento em que eu visitei o blog, havia 50 pessoas on-line. E, se meus conhecimentos de aritmética me permitem inferir, há 28 perfis de blogger colaboradores.
A primeira coisa que chama atenção no blog é o template, que fica passando fotos de bandas e artistas importantes no cenário do rock, como AC/DC, Sex Pistols, Rolling Stones, Raul Seixas, entre outros. A quantidade de elementos visuais que poluem a tela me deixaram nervosa no início, mas depois acostumei com a sua aparência. Apesar desses elementos, a caixa em que o texto é escrito é branca, o que torna a leitura mais “limpa”. Além disso, o fundo do blog é composto por estrelas, como se fosse um céu de uma noite de verão no campo (muito legal mesmo).

Quanto ao conteúdo, o Lágrima Psicodélica trata de mp3, filosofia, rock’n’roll e novas tecnologias. Devido à quantidade de informações contidas no lado direito da tela, demorei um pouco para encontrar onde estão os marcadores. As categorias são divididas em Bandas e Artistas Internacionais, Bandas e Artistas Nacionais,Ví­deos, Diversos e Dicas para Ripar, Hospedar e Baixar .

Coincidência ou não, ontem eu estava procurando o álbum da banda Cowboy Junkies, e encontrei (pasmem) no post de ontem do Lágrima Psicodélica, os links para 11 álbuns deles, inclusive o que eu procurava.

O blog é classificado como MARA! Pois é de extrema utilidade para os apreciadores da arte de cozinhar um bom feijão psicodélico.

Encerro minha postagem de hoje ao som de Blue moon revisited, terceira faixa do álbum The Trinity Session (1988), do Cowboy Junkies.