“Era uma vez, um belo e pomposo elefante cor-de-rosa que vivia alegre e sorridente nas selvas da África. To
do dia, na hora de se refrescar no lago, lá estava o elefante com
sua tromba e toda a grandiosidade que lhe é atribuída. Do outro lado, o rinoceronte verde esboçava sua simpatia em suas inúmeras tentativas de fazer amigos, as quais não surtiam efeito. Todos os animais riam do seu jeitão desengonçado. Até que um dia...”Ah, palhaçada esse post. Eu realmente não vou escrever uma fábula (mas quem sabe a história continue num post futuro...).
Para situar nossos queridos leitores, vou apenas comentar que a partir de hoje, nosso blog, que era inicialmente vinculado a uma disciplina acadêmica de jornalismo, está liberado. Mas não se desespere! A Gangue continua no seu ritmo cangurístico especialmente pra vocês.
No último fim de semana resolvi me presentear com uma coisa que eu não via há algum tempo: diversão. Primeiro, no sábado, eu, Limbo, Poodle e meu respectivo fomos ao cinema assistir ao (pasmem) recém-chegado por aqui, Ensaio sobre a cegueira. Ainda estou digerindo a cegueira branca e não vou fazer grandes comentários sobre o filme, só posso dizer que ele conseguiu perturbar – ponto pro Meirelles.
Depois do cinema, eu e meu respectivo fomos ao show de uma banda da qual ouvi falar muito bem, mas que eu até então não havia tido oportunidade de assistir. Entra aqui o elefante lá do título, alias, a pata dele. Cá está o blog da pata:
A Pata de Elefante é formada por Daniel Mossmann (guitarra e baixo), Gabriel Guedes (guitarra e baixo) e Gustavo “Prego” Telles (bateria).
É impossível ouvir a faixa Gigante, do álbum Um olho no fósforo, outro na fagulha (2008) sem perceber a nítida influência da surf music do The Ventures. Mas não é só através da música surfista que o elefante anda em suas próprias patas! A banda têm influências desde as clássicas trilhas do cinema de Ennio Morricone às músicas do bardo norte-americano.
Antes do elefante entrar triunfal com sua pata, não posso esquecer de mencionar o Rinoceronte. Ao contrário da espécime desengonçada da pseudo-fábula do início deste post, o Rinoceronte sabe fazer um bom e velho rock’n’roll. A banda é formada por Alemão Luiz Henrique (bateria), Cesar Marqueri (baixo) e Paulo Noronha (voz e guitarra). A influência de Led Zeppelin, The Who, Black Sabbath entre outros colossos do classic rock é perceptível nos primeiros acordes. Aqui está o blog da banda:
Beijos do saltitante ornitorrinco.































