Tudo começou em uma quente tarde de verão quando, na casa de papai, este genitor contribuiu para o meu crescimento intelectual ao tocar no seu mini system um álbum que ele havia criado ( leia-se baixado músicas no mercado de compartilhamento gratuito e gravado-as em um cd virgem) com várias versões. A que mais ficou gravada na mente foi uma versão de Bob Dylan (infelizmente, ou felizmente, eu não gosto muito dele) cantanto Creep, do Radiohead. Papai, porém, foi bastante simpático na escolha do repertório, incluindo "What a Wonderful World" interpretada por Joey Ramone.
O tempo se passou e, numa bela madrugada (do dia 17/04) , um tanto triste por assuntos pessoais (que, obviamente, não vem ao caso), eu e o Petit vimos a coisa mais horrenda e engraçada que poderia existir naquele momento*. Os convidados da noite no Jô eram Inri Cristo e as Inriquetes. Dá uma olhada nas músicas que estas discípulas do di... ops, digo, do Inri Cristo, versionaram.
"Estava ali vendo a tv, sem enteder o porquê" Eu também, eu também...
Decidi então, fazer o post de hoje com versões, no mínimo esquisitas de músicas, e a Limbo me agraciou com uma criação do quarteto-capela Moosebutter performada por Corey Vidal. Se você adora Stars Wars (ou o compositors e pianista John Williams) e não viu este vídeo, você não é um nerd/músico que se preze.
No site do Moosebutter você pode curtir (nossa, que Kzuka isso) outras criações do quarteto, incluindo uma versão sobre Harry Potter para Pretty Woman. Já o vídeo acima fez tanto sucesso que dá (ou nem precisa dar, trocadalho péssimo) pra achar vários vídeos bolados a partir do primeiro, como este, o Frog Wars.
Com a quantidade de versões estranhas por aí, tenho certeza que farei um novo post pra você, leitor, rir mais um pouco (ou não).
Beijos do Okapi.
*tá, essa é a minha opinião, o Petit disse que elas são interessantes quando cantam e dançam na palavra assanhar.
Sempre fui a primeira a apontar para as pessoas que gostam de fazer compras e acusá-las de materialistas. Por que encher o guarda-roupa com outras blusas se muitas ali ainda nem foram usadas? Ou então para que mais um par de sapatos que, muito provavelmente, nem vai sair da caixa?
Se eu entrasse numa loja sem precisar comprar nada, torcia o nariz para os produtos e para as vendedoras. Aliás, essas criaturas cuja função é justamente a de persuadir o cliente a comprar não só a bolsa, mas os sapatos e a carteira que combinam todos entre si e que estão “com um descontinho imperdível”, sempre se viram prestes a pedir demissão quando eu surgia na loja acompanhando minha genitora.
O ponto é que sempre pensei que eu não ligasse pra essas coisas por meio das quais os consumistas dão um sentido às suas vidas vazias e enchem armários de quinquilharias inúteis. É isso aí, esse tipo de gente que acredita que comprando o último modelo de carro, adquirem, junto com a chave da ignição, felicidade e solução para todos seus problemas. De uns tempos pra cá, comecei a ver algumas coisas que me fizeram repensar alguns dos meus princípios.
1- 1- O ângulo de inclinação de leitura. Quando eu compro um livro tenho um cuidado extremo com a sua aparência. No caso do meu precioso (trilogia do Senhor dos Anéis) li todos com um ângulo de 90° de abertura, para não esgaçar a capa.
2- O método de terminar a borracha. Todos sabemos que borrachas não terminam, elas somem quando estão prestes a acabar naquele formato arredondado certo? Não as minhas. Sempre tive um método de apagar com a borracha só por dois lados, pra que as outras duas pontas seguissem quadradas até o final (que não existe). Esses dois exemplos servem pra ilustrar um tipo de comportamento materialista existente em mim e que até então eu não havia percebido. Se considerarmos materialista não só os consumistas impulsivos, mas também quem atribui valores a objetos materiais inseridos em seus contextos, sou mais uma na multidão. Mas vamos agora ao terceiro ponto, que eu aproveito para citar nas vésperas da vinda do maldito coelhinho.
3 – O consumo do ovo de Páscoa. No tempo em que eu ganhava ovo de Páscoa, eu sempre o deixava guardado até o meu aniversário. Sim, eu não abria o ovo de chocolate até novembro. Então quando García Canclini diz que o consumo serve para pensar, eu penso no consumo que eu faço e vejo que talvez eu me importe muito mais com a matéria do que aquela pessoa que compra um par de sapato por mês.
O último exemplo que deixo, é o que me ocorreu ontem. Lá estava eu, vestindo meia-calça novinha e tendo todo o cuidado do mundo para não puxar fio, no meio de tantos copos de cerveja que flutuavam de lá pra cá. Cheguei em casa às 5h da manhã com a meia-calça inteira, e resolvi fazer um lanchinho. Maldita hora em que resolvi sentar à mesa da cozinha (que é de madeira) e cruzar a perna esquerda que, subitamente bateu na mesa e, claro, puxou o tão temido fio.
Adeus, 15 mangos jogados fora. Fiquei tão abatida como se houvesse um defunto na história. Por que reagi assim? Era só um trapo de pano que ainda pode ser substituído, então por que poupar a borracha, o livro, o ovo de Páscoa, e achar que é o fim do mundo quando a meia-calça rasga?
Não sei. Ainda estou me analisando e não cheguei a grandes conclusões. Embora eu nunca tenha sido uma vítima e ou/apreciadora das vitrines de lojas, sempre atribui um alto valor aos objetos materiais que adquiri. O que, de certa forma, me torna mais uma material girl in a material world.
Boa Páscoa para quem espera o coelho e os chocolates. (Eu, que não espero nada, se não rasgar nenhuma meia-calça hoje, já estou no lucro).
Podem até achar estranho, mas eu sou mais uma que somente se deu conta do apagão do Google (no último sábado pela manhã) quando vi uma reportagem na Revista da Semana (edição 74) esta semana (que trocadilho pééééssimo). Tudo bem, apagão seria mais uma forma de aumentar o número de pseudo-jornalistas que fazem sensacionalismo, contudo, o fato é que, por intermináveis 58 minutos, o Google acusava que praticamente qualquer site que você encontrava no seu buscador faria algum mal ao seu precioso computador. A falha, embora muitos certamente tenham tido medo de que fosse alguma invasão, ou até uma brincadeira da própria empresa (que costuma aprontar para os seus clientes de vez em quando), foi humana.
Sim, alguém dono de um altíssimo QI, que fala várias línguas e que é quadragesimamente graduado em alguma universidade, cometeu o erro de “dizer” para o programa que protege o Google de malwares(atualizado semanalmente) que todos os sites que possuíssem o seguinte símbolo “/” deveriam ser enquadrados como ameça.
Vamos ver, ham... o nosso blog, se fosse digitado diretamente na caixa de endereço de um navegador, até poderia se salvar. Olhem só: ganguedohipertexto.blogspot.com. Agora, se alguém estivesse procurando algo específico no blog pelo chefão-mor da internet já se sentiria prejudicado, afinal, qualquer outra linkagem que pode ocorrer leva o magnífico “/” em seu endereço e o nosso blog entraria facilmente na lista negra do Google.
O problema foi resolvido e agora o buscador não está mais neurótico, achando que quase todos os sites querem fazer malzinho ao seu computador. Só que esses poucos momentos de loucura do Google geraram discussões sobre o seu monopólio na intenet.
Vamos combinar, você pode até não usar o Gmail, ou o GoogleReader, mas certamente você tem Orkut. Ou acessa o Youtube. Ou já usou o GoogleEarth. Embora nem todos estes aplicativos tenham sido desenvolvidos por Sergey Brin e Larry Page, foi a empresa deles que comprou por uma bagatela (foram caros, mas acredito que não devam chegar perto do valor atual) os sites mas acessados atualmente, principalmente no Brasil.
A revista chega a citar que se trate de um fenômeno recente, chamado de monocultura (“quando um produto ou uma tecnologia se torna dominante”), porém, eu ainda não fui convencida de que este é o termo mais adequado. Para mim, embora o Google ofereça a grande maioria de seus serviços gratuitamente, não se pode negar que se trata de uma empresa, que visa a "satisfifação" de seus clientes, que veem e algum dia hão de clicar em uma das propagandas hospedadas em algum dos sites de propriedade da organização e dar um dinheiro pro “papai”. Só que, como muita gente se utiliza de sites do Google, muita gente vê as propagandas, e o interesse da publicidade é justamente este. Então é batata. A maioria dos anúncios não custa muito, o Google quer apenas uma parcela do que você lucra. E, me desculpem o lugar-comum, a galinha vai enchendo o papo e acaba chocando ovos de ouro.
E todo esse parágrafo foi pra explicar o quanto, para mim, o termo monocultura é restrito e abragente (sim, ambas as definições) demais para definir o que o fenômeno que se dá dentro de uma organização econômica. Monopólio seria um termo, creio, mas claro, pois engloba a característica de empresa.
E esta empresa, que oferece serviços muito úteis gratuitamente, nunca bloqueou o seu PC para que você somente usufruísse de seus próprios produtos (como acontece, ainda, com as operadoras de celulares). Você está livre para (tentar) escapar das garras do Google. Um felino, que ao invés de te dar o bote, de olhará com os olhos do gato de botas do Shrek e te convencerá do quanto ele pode ser bom pra você.
Beijos da Póka.
PS1: Prometi que não atrasaria mais post, e juro que não foi o caso. É que eu tenho um rim direito querido que, de vez em quando, inventa de pegar umas infecções. E como estou presa a ele (bom, aos 40% ou 60% que sobraram dele depois que fiz uma cirurgia aos quatro anos) acabo tendo algumas limitações. O pc de casa e o do Petit também não quiseram colaborar neste "momento difícil".
PS2: Graças ao meu magnífico teclado, que veio na bagagem, posso digitar a letra "ç" (vocês não têm ideia de como ela faz falta).
Eu decidi esse ano que vou sobreviver até a última pessoa deixar a suposta casa mais vigiada do país, sem saber o nome de nenhum dos habitantes da tal casa do Big Brother. Enquanto eu estiver sob os privilégios da TV paga essa tarefa não será tão complicada, basta evitar o multishow por volta das 11 horas da noite e não prestar atenção nas milhões de “noticias” relacionadas ao programa que estão espalhadas pela web (Fulano sai da casa; Beltrano disse não sei o que; Fulaninho ficou com a fulaninha... bla bla, whatever).
Nada contra quem participa ou assiste. Ainda bem que vivemos em um país livre onde cada um faz o que bem entende do seu tempo livre. Eu é que não vejo motivo nenhum para ligar a minha TV e gastar o meu tempo assistindo a essas pessoas que podem se dar ao luxo de ficarem meses fora da sociedade e estão dispostas a exporem suas vidas pelo sonho de ganhar um milhão de reais ou de ficarem famosas. Não que eu não fosse ficar muito feliz com R$ 1.000.000, a questão é que eu não estou disposta a pagar o preço para entrar nessa competição.
Mas enfim, como eu ia dizendo nada nesse grupo de pessoas desperta em mim qualquer interesse que me faça para qualquer coisa que eu tenha para fazer e assisti-los todos os dias da semana. Eu até entendo, e em certo ponto concordo, que no início, ou melhor, nas primeiras edições, existia certa curiosidade. O que essas pessoas fariam nessa situação,.. etc, etc. Porém agora, sabe-se lá quantas edições depois, ao menos a meus olhos está claro: as reações são quase idênticas e sobrou muito pouco de espontaneidade naquela casa.
Trocam os grupos, os participantes, a decoração da casa e quem sabe algumas regras, mas no geral as reações continuam as mesmas. Formam-se intrigas, casais, alguém se martiriza e ganha o prêmio no final. Eu posso até estar exagerando, ou generalizando demais, mas tudo isso que eu disse tem um fundo de verdade.
Mas como eu disse esse ano, ao menos para mim será diferente, eu não vou aprender o nome de nenhum participante sequer. Assim, quando finalmente algum dos habitantes da casa do BBB tornar-se milionário eu vou permanecer sem saber o nome de nenhum deles, se possível nem ao menos vou reconhecê-los. E quando eu ver qualquer um deles em algum outro programa nos meses que seguem o BBB (quando as pessoas ainda lembram quem eles são, e eles permanecem “celebridades”) eu vou olhar e perguntar para alguém “quem diabos é essa pessoa?” e esse alguém provavelmente vai responder “ é o fulano, ele tava no BBB”...
PS. Talvez algum leitor mais atento esteja se perguntando (talvez não), porque eu estou postando na quarta e não na segunda que é meu dia de costume. Bem eu podia até inventar uma desculpa, dizer que meu cachorro comeu meu post ou algo assim, mas a verdade é que segunda eu tava sem um pingo de inspiração e o texto estava ficando horrível. Não que hoje tenha ficado um espetáculo, mas acreditem está bem melhor que o de segunda.
Em 1975, um problema na produção de Tubarão transformou o filme de estréia de Steven Spielberg, no primeiro blockbuster do verão americano. Como próprio Spielberg declarou em várias entrevistas, dificuldades na criação da grande estrela do filme, o tubarão - ou Bruce, apelido que recebeu em “homenagem” ao advogado de Spielberg – o levaram a decisão de “esconder” Bruce por grande parte do filme. No fim foi justamente esse mistério ao redor do tubarão – com uma grande ajuda da brilhante trilha sonora composta por John Williams – que fizeram do filme um grande clássico do cinema.
Assim como essa, existem inúmeras outras histórias geniais sobre o que acontece nos bastidores da sétima arte. Nesse post eu separei algumas que por alguma razão jamais saíram da minha memória, mesmo que eu tenha escutado-as há um bom tempo. Elas não têm a pretensão de serem as melhores, ou mais interessantes, ou mais engraçadas, ou mais escandalosas histórias de bastidores de todos os tempos, mas por alguma razão eu gosto bastante de todas elas e espero que vocês também gostem.
Reza a lenda que durante as filmagens da primeira versão de Sabrina – não a aprendiz de feiticeira, por favor – em 1954, Humphrey Bogart – que na minha cabeça sempre será associado ao Rick, personagem dele em Casablanca – não aprovava a sua companheira de cena, e par romântico no filme, Audrey Hepburn dona da personagem título. Eu lembro que desde a primeira vez que eu assisti a esse filme eu estranhei o fato que Bogart não consegue convencer que está apaixonado pela personagem de Hepburn. Anos mais tarde eu descobri que a falta de química do casal em cena era conseqüência do relacionamento dos atores fora dela. Em 1995, Sydney Pollack refilmou Sabrina, com Harrison Ford e Julia Ormond nos papeis que foram de Bogart e Hepburn e sem conflitos entre os protagonistas.
Hepburn e Bogart em Sabrina (1954)
Ford, aliás, tem o crédito de uma das grandes falas do melhor Star Wars de todos os tempos – Star Wars – Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980). Dizem que na cena em que a princesa Leia diz a Han Solo, personagem de Harrison Ford, que o ama quando ele está prestes a ser congelado, a resposta original do script era ele dizer que também a amava. Ford, porém, achava que a resposta não condizia com as atitudes do personagem, então quando Leia declara desesperada que o ama Solo/Ford responde apenas “I know” ou em português: “Eu sei”.
No ano seguinte (1981), Ford fazia sua estréia como Indiana Jones em Caçadores da Arca Perdida. Originalmente no roteiro do filme na cena em que Jones é confrontado por um homem com uma espada, ele deveria defender-se usado o seu – famoso – chicote. A cena, entretanto, estava demorando muito para ficar pronta e equipe de filmagens estaria supostamente sofrendo com uma intoxicação alimentar. Reza a lenda, então, - eu sei, eu sei, “reza a lenda” de novo, mas eu adooooro essa expressão e ela é perfeita pro post de hoje, então deixa eu me divertir – como eu ia dizendo reza a lenda que alguém sugeriu a Spielberg (diretor do filme) “por que ele simplesmente não atira no cara?”, dando origem a mais uma cena clássica. Na segunda aventura de Indiana Jones – Indiana Jones e o tempo da Perdição – a cena se repete, porém, desta vez, Indy não tem a sua arma para atirar.
Para terminar, eu não poderia deixar de fora desse post o meu filme, ou melhor, trilogia favorita. Então representando O Senhor dos Anéis, está a segunda parte dessa trilogia: As Duas Torres. Reza a lenda (última vez, eu juro), que a (genial) cena da batalha do Abismo de Helm demorou 4 meses para ser filmada, sempre a noite e debaixo de chuva. Reza lenda também, (há! Eu menti, mas eu prometo que ESSA é a última vez) que a cena foi tão trabalhosa e difícil de ficar pronta que os atores e dubles envolvidos fizeram, após a conclusão da (maldita) cena, uma camiseta dizendo: “"I survived Helms Deep" – “Eu sobrevivi ao Abismo de Helm”.
O meu "tempo" está acabando e as muitas histórias que ficaram de fora, eu guardo para, quem sabe, um futuro próximo (ou não). Por hoje é só.. não deixem de comentar!
Talvez, ninguém tenha ficado tão triste com o final da novela A Favorita quanto eu fiquei. Tudo bem, tudo bem, não fiquei assim tão triste, até porque eu não gostava tanto da novela e o final foi péssimo. Só que, foi graças a essa novela que eu podia ouvir Bajofondo todo dia. Melhor, graças a essa novela que o Bajofondo Tango Club (assim denominado inicialmente) ficou mais conhecido no nosso querido país. (Vocês sentiram o tom de ironia, não?).
O fato é que eu já conhecia o Bajofondo de um cd dado (quase roubado, vamos ser sinceros) do meu pai. A tonta aqui é que demorou um pouco pra fazer a conexão da música Pa'Bailar (sim, a que tocava na abertura da novela) com a banda formada por argentinos e uruguaios. Antes de conhecer Pa'Bailar (e dançá-la - ou achar que estava dançando ¬¬ - com o Petit pela sala), Perfume era uma das músicas que mais me instigava. A música do primeiro álbum do, na época, Bajofondo Tango Club, não perdeu seu posto, mas outras foram ganhando destaque também.
Uma delas é El Mareo (bastante tocada atualmente em rádios brazucas), assim como Pa'Bailar, integrante do mais novo álbum, Mardulce (ambas no Playlist do Myspace do grupo) .Embora eu (ainda) não tenha condições de ter o cd inteirinho a meu dispor, pude ouvir que Mardulce tem ótimas músicas para quem curte o chamado Eletrotango ou Fusion Tango. Aliás, quem começou com esse estilo foi o grupo argentino-sueco-francês, Gotan Project (sente o anagrama com a palavra tango?). Pra quem não lembra, assim como eu, Gotan também tocou aqui no Brasil e em uma novela, no caso, em Da Cor Do Pecado, a música Epoca.
Interessante comentar esse ponto positivo das novelas brasileiras: revelar algumas bandas e grupos novos (para os brasileiros em geral). Filha de uruguaio, tenho o privilégio de ouvir os mais variados sons latino-americanos de ótima qualidade; e, o melhor, de músicos vivos, inteiros e atuantes. Isso me deixa com um gostinho Opa, parece que não é o fim da criatividade musical neste continente. E nunca será.
Olá, amados leitores!!! A Gangue está de volta em versão 2009 e cheia de idéias fresquinhas para compartilhar com vocês. Então se preparem, a partir dessa semana a velha rotina de posts está de volta. Bem dado o recado, vamos ao meu post de hoje e não, dessa vez não é sobre séries nem cinema...
Sabe todas aquelas regrinhas de convivência que as nossas mães nos ensinaram quando a gente ainda era bem pequeninho? Aquelas que elas frisaram incessantemente antes do nosso primeiro dia na escola, repetindo inúmeras vezes para respeitarmos a professora e os coleguinhas? Pois é, imagina que magnífico se todo mundo usasse toda essa educação que nossas queridas mães ensinaram na internet?
Vagando pela web é bem comum encontrar respostas mal educada para os mais inocentes tópicos. Aqui no blog, graças a deus, vocês leitores tem uma educação de ouro. Um orgulho!!!! Discordam quando é necessário, mas sem nunca faltar com a educação.
Discordar, aliás, não é o problema. De maneira nenhuma. Todos têm o direito de ter a sua opinião, e de expressa-la. Mas existe uma grande diferença em discordar, ou fazer uma crítica e faltar com a educação. Uma coisa é argumentar, opinar, criticar, mas com educação, sem partir para xingamentos e ataques pessoais, que além de tirarem toda a razão que você poderia ter no argumento, são uma falta de respeito com a outra pessoa.
Não me levem a mal, eu adoooro uma boa discussão. Desde que, essa seja feita de argumentos inteligentes. Não há nada mais irritante no meio de uma discussão que partir para ataques pessoais ou para o ridículo “porque sim, e pronto”. Ninguém é obrigado a mudar de opinião, mas também não há como manter um diálogo com alguém que nem ao menos admite que outra pessoa possa pensar de maneira diferente.
Pode parecer besteira se preocupar com isso. E confesso que na maioria das vezes, eu acabo simplesmente ignorando esse tipo de comentário. Daí você pode perguntar, quem se importa com isso? É só ignorar e pronto! Mas, pense bem, não seria muito mais agradável se mais pessoas usassem da boa educação na web?
O post de hoje ficou curtinho (ALELUIA), mas, eu precisava fazer esse protesto. E olha que ninguém foi mal educado comigo. Mas, falta de educação é uma coisa que me irrita profundamente, mesmo que seja direcionada a pessoas que eu nem mesmo conheço.
Bem era isso,
É muito bom estar de volta, eu sei foi só uma semana, mas já tava morrendo de saudades do blog...
Ah, então é natal! Quando menos se esperava, chegou o natal. Essa frase me acertou em cheio. Na capa da última edição da Piauí, que traz um coelho de cueca de coraçõezinhos enrolado em pisca-piscas, está a frase ali de cima. O choque veio porque, ao contrário dos anos anteriores, ainda não dei meu suspiro de férias (sim, sabe aquele longo suspiro do alívio supremo?) nem me considero em clima de bater o sino pequenino.
A propósito, hoje foi o primeiro dia em que constatei o “adorável” clima natalino em que pessoas andam desenfreadas nesse mundo de meu deus pelo centro dessa cidade com seus pacotes homéricos e, claro, sem o menor senso de direção, atingindo a tudo e a todos que estivesse no caminho.
Mas aí você se pergunta, mon chér e o velhinho barbudo onde entra nessa história?
Bom, segundo fontes okapi-oficiais, ontem ocorreu uma carreata de Papai-Noéis, sim porque um só não basta, era o sindicato inteiro. Aliás, ontem também foi o dia do amigo-secreto da Gangue com direito a montagem da árvore de natal, músicas natalinas, espumante e eu, vestida de ornie-noel.
A figura do velhinho barbudo com olhos azuis, bochechas rosadas, uma grande barriga, barba longa, roupa vermelha, touca e o saco enorme de presentes é a mesma para todos não é?
Não. Pelo menos não o velhinho barbudo ao qual vou me referir aqui. Eu poderia, ou talvez deveria, falar dessa figura mundialmente reconhecida graças à campanha publicitária da Coca-Cola em 1931. Só que eu prefiro falar de um velhinho barbudo muito mais brasileiro, muito mais sonoro que aquele que veste roupas vermelhas. Falo de Hermeto Pascoal.
Não, não é o Gandalf.
O filho da dona Divina e do seu Pascoal começou fazendo pífano (som de um tipo de flauta) a partir do cano de mamona, para os passarinhos ouvirem. Quem diria que, 70 anos depois, o pequeno alagoano se tornaria um dos grandes expoentes da música universal. Creio que três palavras resumem uma definição do genial Hermeto: improviso, talento e idiossincrasia. O improviso é intrínseco ao talento, porque apenas um artista com um dom excepcional é capaz de improvisar um som e transformá-lo em música. A percepção aguçada para sentir os sons da natureza caracteriza a idiossincrasia de Pascoal. Veja o vídeo abaixo e você entenderá do que eu estou falando.
Pelas barbas do profeta (ha) ele tirou som da própria barba!
Admito que, quando eu era um pequeno ornitorrinco, tinha medo do Hermeto Pascoal. Sim, eu nunca esqueci de uma vez em que eu estava brincando sozinha, já era quase noite e a luz ainda não estava acesa. Vinham da sala aqueles ruídos indecifráveis por mim. Sons assustadores ouvidos pelo meu progenitor. Muito medo senti, naquela época, do velhinho barbudo.
Hoje, a música de Hermeto já não é assustadora e nem ruído indecifrável para mim. É uma música que ultrapassa as barreiras do Alagoas, do nordeste, do Brasil. Em entrevista à Gazeta Mercantil, Hermeto afirmou “eu sou musicalmente, um cidadão do mundo”.
Deixo aqui de "presente" de Natal para vocês uma melodia fabulosa desse multi-instrumentista que já foi até toque do meu celular. Hermeto Pascoal, o velhinho barbudo brasileiro, foi aprovado pelo canguru!
Beijinhos do Ornitorrinco-natalino!
Entre no clima da solidariedade do Natal e deixe seu comentário.
Alguém me socorre! Sou um Okapi selvagem e exausto, precisando urgente de uma agenda ou de uma memória nova.
Espero ainda, que algum dia, criem um pen-head-drive, que se acople ao nosso cérebro e nos ajude a lembrar de tudo. Você já imaginou, querido leitor?! Se você esquecer do dia do aniversário de casamento (de novo) poderá dizer para sua mulher "Desculpe querida, o meu pen-head-drive deu pau de novo. Sabia que não devia ter instalado o Windows nele!". Então, dias depois, em vingança, sua dita cuja chegará com o carro vermelho (você tinha deixado bem claro que, se ele não fosse azul, nunca mais iria no fim de semana pra casa da sogra) e ela dirá "Ah querido, eu poderia jurar que você tinha dito vermelho. Só pode ter sido aquele bug no meu pen-head-drive. Darei um jeito nisso, tá legal?".
No dia em que todos possuam uma entrada para pen-head-drive, as piadas do momento serão tão ridículas quanto as atuais "Posso colocar o meu na tua entrada?". No dia em que esta maravilha for inventada, o professor de Comunicação Social dirá "O livro do Barbero está no site da Casa Rosa*" e pronto, você só vai acessar, fazer um download básico pro notebook (é claro, até lá teremos todos um), um upload pro aparelho, e pimba, Barbero na cabeça.
Quando cada um de nós tiver uma entrada USB 5.0, brincaremos de compartilhar a memória que a gente quiser com outras pessoas, só que hackers produzirão vírus para quebrar as proteções e, no momento que você for passar aquela música mara para um amigo ele vai acabar por descobrir o trubufu que você pegou na última festa. Quando todos tivermos uma memória externa, as atendes de banco irão insisir mais uma vez "Não senhora, você não pode guardar sua senha no seu pen-head-drive. Não senhora, nem com um papelzinho na carteira."
Quando você, amado leitor, tiver um pen-head-drive, vai conseguir se lembrar "Ah, hoje é a Póka que deve estar postando na Gangue. Melhor esperar mais um pouco, porque o post dela sempre está atrasado!"
Okapi e seu pen-head-drive (Montagem tosca feita no Photoshop com ajuda do Petit)
Desculpem pelo post insano. Até a Limbo perguntou se eu estava bem, mas eu nem bebi, apenas tive um lapso de memória, ou o maravilhoso filme Across The Universe me distraiu demais.
Beijos atrasados da Póka.
PS: quem quiser me dar uma agenda, fique à vontade, porque na boca do monte não achei nenhuma mara!. PS2: * Casa Rosa é um conhecido xerox de Santa Maria. Não vem ao caso explicar que seu nome, na verdade, é Cópias ou Xerox alguma coisa, pois a cor do estabelecimento nomeia-o de forma muito mais exata.
Olá, queridos. Apesar da minha promessa da semana passada de continuar o post sobre presentes e apresentar, finalmente, o seu real assunto, venho dizer que não vou fazer isso.
A coisa é o seguinte: eu e as gurias da gangue temos um amigo secreto. Eu, como já expicitado no post de presentes, parte I, curto um presentinho cheio de significado. Eis que, então, com meus super dotes artísticos e artesanais eu resolvi fabricar os presentinhos da minha tão secreta amiga secreta. Acontece que isso dá um trabalho do cão!
Estou dedicando esta tarde ociosa (já não mais) a isso. E, acreditem, eu espero que a dita cuja goste, porque eu nuna mais faço um desses pra ninguém. Como a entrega dos presentes será na quarta-feira, dia 17, tenho que manter a identidade da minha amiga e o presente em questão em segredo. Prometo que logo depois da entrega eu revelo estes mistérios que estão deixando a todos curiosos e posto fotos dos presentinhos.
Na verdade, tenho dois temas borbulhantes para tratar aqui. Infelizmente, hoje não será o dia!
Mas quando a Poodle aqui deixou vocês na mão? Nunca! (Tá, talvez um vez em que eu estava de ressaquinha, mas nada que não se perdoe!).
Hoje trago para vocês uma das minhas desobertas da madrugada de outro dia. O Ocioso traz para você em pequenos drops a seleção dos melhores posts da blogosfera, na opinião deles mesmos. Digo que, do jeito que a coisa anda, é difícil encontrar blogs interessantes de se visitar todo dia ou de se assinar os Feeds. O Ocioso resolve a sua vida quando o seu Reader não apresenta nenhum item não lido e você sai enlouquecido em busca de novos blogs para ler. Que? Sou só eu que faço isso? Bem, tenho certeza de que não etsou sozinha.
O Ocioso tem uma proposta bem legal de divulgar blogs de todos os tamanhos. Qualquer um pode enviar o link de um post e indicá-lo à página inicial. Afirmo que em breve a Gangue indicará um ou outro postzinho. Uma boa propaganda é sempre bem-vinda. Nas palavras do Ocioso, a proposta:
O Ocioso é um projeto que tem o intuito de divulgar os blogs do Brasil, independentemente do seu tamanho. Nele todo post é um link direto, e não apenas um link com crédito no final. Ajude a divulgar o Ocioso também, coloque nosso banner.... Aproveite o seu momento de ÓCIO com nossos links.
Acredito que talvez passemos a divulgar o Ocioso em breve. Este tipo de iniciativa sempre é legal, como a Nanobarra. O layout é bem simples e funcional. Um blogroll imparcial e de qualidade.
Acessem o Ocioso e divirtam-se nesta sexta-feira em que a incompetente Poodle deixou de postar seu post de verdade e tirou a carta ociosa da manga.
Nas últimas semanas eu e a Poodle vagamos pelos cursinhos de Santa Maria. A busca era por estudantes de outras localidades que estivessem na cidade para fazer os intensivos de final de ano. O motivo de tal tarefa era uma reportagem para o programa de rádio que nós alunos do 4º semestre de jornalismo da UFSM produzimos todas as quartas-feiras na rádio universidade. Eu me identifiquei muito com a proposta da reportagem, uma vez que euzinha vim para Santa Maria por esse motivo. Acabei ficando um pouco nostálgica dos meus trágicos tempos (não muito longos, graças a deus) de vestibulanda e resolvi, não me pergunte por que, compartilha-los com vocês.
A história de como eu acabei na federal de Santa Maria talvez seja um pouco peculiar. Eu me formei no ensino médio em 2005 (eu acho hauhau), naquele ano eu até tentei o vestibular da UFSM, mas, faltou muito estudo para passar. No ano seguinte então eu comecei a cursar jornalismo na Unisc (Universidade de Santa Cruz do Sul), entretanto um ano depois pelos mais variados motivos (que incluíam obviamente o financeiro) eu resolvi abandonar Santa Cruz e me aventurar mais uma vez no temido vestibular da federal.
Como da primeira vez faltou estudo dessa vez minha querida mãezinha achou melhor me matricular em um desses cursinhos intensivos. Foi assim que eu acabei morando em um pequeno quarto (desses de empregada que tem em prédios mais antigos) no apartamento de duas meninas que na época eram apenas conhecidas em uma cidade onde eu só sabia andar as 3 quadras necessárias para chegar do tal apartamento até o cursinho.
Eu achei incrível que quando eu entrei novamente no prédio do Riachuelo, o cursinho em que eu estudei, essa semana vieram à tona inúmeras as memórias positivas e até mesmo algumas nem tão positivas, mas que agora eram lembradas de maneira agradável: o pão de queijo do bar, os queridos e divertidos professores, o ar condicionado extremamente gelado das salas de aula, o momento em que logo após eu entrar lá pela primeira vez eu reconheci a voz de uma amiga do colégio que coincidentemente também estudava lá, as paredes, as cadeiras, os matérias de aula tudo trazia boas memórias.
Toda essa nostalgia me surpreendeu. Eu lembro de pesar alguns meses após a fatídica prova do vestibular que jamais sentiria saudade daquele mês de estudos, que jamais reviveria aquele período. No entanto, agora, 2 anos depois lá estava eu, de volta ao mesmo cursinho, pensando se alguém notaria se eu me infiltrasse em alguma das salas para assistir um pedacinho que fosse da aula.
Apesar das boas lembranças aquele mês foi sim um pouco traumático. Assim que as festas de fim de ano, que nem tiveram muita festa já que no dia seguinte eu já estava no ônibus Cachoeira do Sul/Santa Maria (ônibus sem ar condicionado devo ressaltar) voltando para os estudos, a pressão foi ficando insuportável. Todos a minha volta pareciam mais bem preparados, quanto mais eu estudava mais surgiam coisas a serem estudadas, eu me sentia culpada de deixar os estudos de lado por 15 minutos para assistir TV.
Lembro que uma das melhores sensações foi o momento em que eu acabei o terceiro dia de provas, faltava apenas a redação e esperar o resultado e não havia mais nada que eu pudesse fazer. Não sei explicar exatamente, mas foi uma sensação de dever cumprido e a certeza de que agora eu podia sentar e descansar sem culpa.
Minha faixa que permaneceu pendurada por muito tempo
Se você leitor é vestibulando, não desanime, pois depois de todo esse sofrimento vem a maravilhosa sensação de sentar apreensivo ouvindo no rádio o listão de aprovados até escutar o próprio nome, geralmente pronunciado errado, mas não importa. Nesse momento, enquanto o homem do rádio insiste em continuar a ler o maldito listão sem perceber que agora que você já foi chamado nenhum nome mais interessa, nesse momento a sensação de dever cumprido torna-se completa.
O post de hoje é especialmente dedicado a minha amiga Manu que talvez nem consiga lê-lo, pois está muito ocupada estudando para o maldito vestibular. Mas se ela não puder ler tudo bem o importante é que em breve ela terá no rosto o sorriso bobo, de quem acabou de ouvir o homem do rádio ler seu nome. Boa sorte para todos os vestibulandos e não esqueçam de comentar.
Mesmo sabendo que você, querido leitor, não deve estar sentado nu em frente ao computador (ou não), a Póka vem hoje ao estilo "chic-brega" para agraciá-los com uma dica de moda selvagem.
Eis que selecionei algumas das melhores camisetas a que tive acesso via a maravilha do mundo, a internet. É isso mesmo, a nossa velha, querida, chumbrega, acabada, companheira (etc, etc, etc) CaMiSeTa!!!
Sem mais delongas, vamos a ela, a estrela de hoje!
Não poderia deixar de iniciar com uma camiseta com a temática da Gangue, encontrada em algum site pela maravilhosa ferramenta de busca PleaseDressMe:
Esse site me Mara! me ajudou bastante a achar algumas das camisetas com estampas divertidas que apresento hoje. Vamos a elas!
Um dos sites Mara! em que mais achei malhas de vestimenta em formato de T que me agradaram muito foi o Threadless. Pequeno probleminha básico: ele está em inglês, ou seja, não é brasileiro. Nada que impeça você de se basear em idéias ou até comprar alguma camiseta, se esta for sua possiblidade. Dá uma olhada no que achei por lá:
Existem também os sites que dão uma certa possibilidade na criação de camisetas. Um deles é o Kmiseta (oba, esse é daqui). Nele, você pode escolher alguma estampas da lista, incluir fotos de sua autoria e/ou adicionar textos e montar sua parceira de tecido na forma que que quiser.
E, passeando por aí, ainda tem muita camiseta legal.
E não poderia terminar este post sem uma homenagem a minha querida amiga Limbo, que me deu umas dicas de camisetas (todas nerds, é claro!). Limbo, comprarei esta pra usar contigo:
Era isso por hoje. Comentem e indiquem mais camisetas legais para um post vindouro.
Beijos do Okapi.
PS: Estou sem noção hoje, não dêem bola para o que escrevi.
Eu não sei vocês, mas eu adooooro o Orkut! De uns tempos pra cá, ele se tornou a melhor ferramenta de busca da web, melhor até que o santo Google. Basta procurar ou deixar sua pergunta na comunidade certa que em instantes seu problema estará resolvido. As comunidades, aliás, sempre foram a minha parte favorita. Lá pelos primórdios do orkut (quando ele ainda era todo e somente em inglês e precisava de convite para entrar) enquanto todo mundo (que eu conhecia) preocupava-se eu encher sua lista de amigos, trocar scraps e colecionar testimonials, eu garimpava comunidades. Um dos primeiros grandes achados que eu lembro foi a Eu Odeio Filme Dublado, dá qual eu continuo fazendo parte, já que eu realmente detesto filme dublado!
Mas sabe qual é a melhor parte do Orkut e de suas comunidades? Ter a certeza de que você é maluca, porém não é a única. Antes que você comece a concordar com a parte do maluca e que os homens de branco venham me buscar eu explico: Sabe quando você encontra aquela comunidade bizarra sobre algo que você sempre achou que só você gostava? Pois é, comigo isso acontece com freqüência, provavelmente com mais freqüência do que deveria. Digamos que comunidades bizarras e insanamente divertidas dominam o meu orkut. Acredite não é exagero da minha parte. Uma vez eu entrei num daqueles joguinhos inúteis do orkut pra dizer qual a comunidade mais estranha da pessoa acima. O carinha que respondeu depois e mim disse apenas que não dava pra escolher que todas elas eram bizarras.
Aproveitando a deixa da Top 5 ai vai a lista das minhas 5 comunidades mais bizarras, insanas e, portanto, divertidas (em ordem alfabética):
- Monkey, Monkey Underpants – Essa é a melhor das minhas zilhões de comunidades para Gilmore Girls. A pérola que dá título à comunidade são as últimas palavras da tentativa da Lorelai de escrever uma carta de recomendação, escrevendo tudo que vem a sua mente. Ela começa pensando no vestido que está usando, passa para Casablanca o filme, depois para a Casa Branca, carros híbridos e finalmente chega ao tal monkey, monkey underpants (macaco, macaco, roupa intima).
Vídeo da cena do Monkey, Monkeys Underpants - Perco a linha no sofá da Oprah – OK vocês provavelmente viram no you tube o vídeo da fatídica entrevista do Tom Cruise na Oprah, em que ele provou para todos que é completamente maluco, gritando e pulando no sofá (se você ainda não viu clique aqui). Bem, no meu caso a experiência foi um pouco mais assustadora. Eu esperava assistir a uma simples entrevista sobre o último filme do ator, Guerra dos Mundos, quando liguei a TV na GNT e fui testemunha da crise de insanidade do astro ao vivo. Ainda assim foi hilário.
- Tarantino Stole My Shoes – Essa aqui eu achei graças a Poodle, e como vocês podem perceber não faz sentido algum. E é por isso que eu adoro ela. A descrição é mara! I love Quentin Tarantino's movies but he stole my shoes and now i'm really mad. (Traduzindo: Eu adoro os filmes do Quentin Tarantino, mas ele roubou meus sapatos e agora eu estou realmente irritada.)
- WANTED – Essa vem acompanhada de uma foto do Dean (Winchester, de Supernatural) e na descrição diz: If found send to my bedroom .... .... Seriously! (Traduzindo: PROCURADO – Se encontrado, envie para meu quarto... ... É sério!!). Bem essa não precisa explicação. Ahhhh se alguém achar o endereço é Silva Jardim 2149, ap. 406, Santa Maria, RS, Brasil. Obrigada!
Lembrando que a Gangue também tem seu próprio cantinho no Orkut (clique aqui para entrar). Bem era isso, não esqueça de deixar seu comentário dizendo as suas comunidades bizarras favoritas...
Antes de mais nada, puxa o parabéns aí que hoje é o aniversário desta que vos fala, a Póka. Faço 19 aninhos de vida e estou em estado de êxtase... para de pensar bobagem que hoje eu também estou inocente... ouço o Petit fazendo pfffffffrss ao fundo, seguida de sua risada de humilhação.Sem mais delongas, neste dia (que, teoricamente, seria de minha propriedade) estou aqui justo para homenagear esses meninos das nossa vidas. Não me venham com feminismos, que eu me valorizo, mas sei reconher os esforços dos sortudos que podem fazer xixi em pé.
Procurando sobre o que postar, digitei no site-empresa-mor que dominará o mundo (leia-se Google) as palavras combinadas: felicidade + aniversário + aleatoriedades. Vem os resultados e clico num dos primeiros links que me aparece e paro nesta página aqui. O texto é sobre ódio. Não é um texto ruim, mas chego numa parte que diz "Eu odeio machismo, submissão e mais do que tudo isso, ter que ser forte o tempo todo e não ter um ombro másculo para chorar até minha última gota desamparada." Juro que parei por aí. Fiquei triste, sabe? Mesmo que seja um ombro de pai, essas belezas da anatomia masculina não se encontra comparação nem em colo de mãe (e ollha que o da minha é muito bom!). Triste não poder chorar em uma. E, graças a deus, eu disponho de uma exclusiva. Deixando pra trás minha vida pessoal e selvagem (sou um Okapi, tá legal? Falei pra não pensar besteira...), troquei as palavras chaves por: aleatoriedades + blogs + masculinos. E encontrei esta pérola aqui: TSN.
Mergulhei, então, nesse universo de sexo oposto. E adorei. Vamos combinar que, desde pequena, mesmo possuindo 40 barbies, eu adorava jogar Tazo com os meus colegas na hora do recreio. Lembro da fúria da minha mãe na época que eu só queria andar de saia. Isso seria o sonho de qualquer mãe, não é mesmo? O único detalhe é que, no inverno, minha mãe tinha que investir em meias de lã que se rasgavam em dois minutos pois, ao invés de ficar sentada e linda como uma boa mocinha, eu ia "chafurdar" na lama com as crianças divertidas: os meninos. Resultado, uma doce criatura de pele branca, cabelo negro, saias e meias-calças com um pedaço de couro costurado no lugar do joelho. E jogando video-game também, é claro.
Dá pra perceber que nunca tive problemas sérios com pessoas que não freqüentavam o mesmo banheiro público que eu. Embora eu seja "nojenta" (ah, essa mania infeliz de arrotar em público) eu realmente admiro a mente destes seres. Não estou falando de qualquer um, é claro, mas de homens com conteúdo e de personalidade, como o pessoal do blog que estou analisando (você já ia se perguntar isso, não é mesmo?). O blog escolhido é Totalmente sem Noção (ah, piada péssima), mas é muito bom. Textos divertidos, sinceros e masculinos. Totalmente masculinos. Se tu te ofende fácil com comportamento de ogro é melhor nem acessar, mas eu achei Mara! Um dos textos que amei foi o Começou Ivete, terminou Preta Gil. Leiam ele e concordarão com os autores machos. E, em homenagem à Limbo, o post As 17 frases mais masculinas do cinema. O único probleminha, não é mania chata de mulher não, é a troca excessiva de cores durante o texto. Pode até ser divertido, desde que não atrapalhe a legibilidade, garotos, que é importante para ambos os sexos. Enfim, vou indo aproveitar o meu niver e o presente do meu amado Petit (o meu Orc querido provou que tem senso estético Mara! e me deu a bolsa dos meus sonhos). Boa noite, queridos, e deixem seu comentário como presente!!!! Ah, e todos convidados para o Pic-nic no Campus amanhã, depois da aula!!!! Póka vos ama!!!!
Olá, queridos! A sempre tão segmentária Poodle vem novamente oferecer a vocês diversão internética para o fim de semana... toda em inglês. E dessa vez é realmente necessário compreender a língua do Tio Sam.
Alguns anos atrás, o site que eu mais visitava era o meu querido Rum+Monkey. Dias atrás me lembrei que não entrava há muito tempo e a volta ao endereço me deu vontade de compartilhá-lo com vocês. Como eu descobri o Rum+Monkey? Bem, na minha busca icessante por quizzes na internet! A grande diversão de mocinhas que não têm nada o que fazer, mas possuem conexão com a internet. Não, não quizzes de 'como vai ser a minha relação em três anos' ou 'você e ele são compatíveis?'. Os testezinhos do Rum+Monkey são mais prováveis de te dizer "Que tipo de pirata você é?" ou "Qual homossexual famoso você é?". Aliás, o R+M sempre tão interativo lhe permite, agora, ME dizer qual tipo de pirata VOCÊ acha que eu sou!
Na referida sessão de test+widgets o meu favorito é aquele que calcula seu peso em cerveja! Sempre útil quando quiser apostar com alguém! Sempre faça com que o prêmio seja pago com o seu peso em cervejas!
Além dessas coisas normaizinhas, existem duas tirinhas ocasionais no R+M. Ocasionais porque elas são atualizadas de vem em nunca.
Alguns artigos muito divertidos, como aquele que fala sobre o empregado hippie, me conquistaram pelo R+M. Os popquizes feitos pelos leitores são intermináveis e podem render horas e horas de diversão.
Tá, eu admito. Eu medonhamente esqueci que hoje era sexta-feira e que eu tinha que postar! Não sei como isso foi acontecer, já que eu não fiz nada de diferente da minha rotina habitual de sexta-feira! Por isso o post tá pobrinho! Sinto muito, queridos!
Mas quem além da Poodle poderia lhes trazer algo tão magnífico quanto Rum com Macaco?
Visitem o R+M e divirtam-se! Não se esqueçam de apedrejar a Poodle nos comentários pelo lapso de memória temporário!
Amanhã, no aniversário do Orni, volte ao blog e veja a grande surpresa!
Hipóteses de como cheguei ao site-assunto do post de hoje: 1. Talvez porque ouvi falar da Armênia essa semana. 2. Talvez porque não sei mais o que é diversão. 3. Por isso, o meu pico de divertimento da semana, até agora, foi assistir ao programa MARA da terça à noite.
Talvez tenha vindo daí a relação que fiz em meu confuso cérebro entre a Armênia (cuja bandeira seria desenhada no anfíbio da milionária no programa) com um site excelente que acompanho há algum tempo: Os Armênios.
Os autores do site deixam bem claro que não são armênios. Aliás, eles são aqui de perto, de Passo Fundo (RS). Bom, como eu estava dizendo, meu nível de diversão não anda lá grande coisa porque essa semana eu e toda a trupe gangueana (oié, neologismos) estamos enfadadas com um final de semestre caótico desse mundo de meu deus. Mas não se preocupe, querido leitor. Não vou fazer outro desabafo-way-of-life. Basta dizer que, embora cansadas, teremos ainda uma surpresinha aqui no blog para o final de semana.
Voltando ao site Os Armênios, os textos tratam de literatura, rock, cinema, contracultura, entre outras cositas más. Algumas tags como : bom prá ti que é um cavalo, repimbolantes e bocajão têm um nome meio peculiar, ok. Mas os textos trazem informações interessantes (pelo menos, ao gosto do ornitorrinco). Num deles, Rodrigo de Andrade fala sobre o velho safado, no texto intitulado O primeiro Bukowski a gente nunca esquece. Admito que até o momento li apenas duas obras do Bukowski, um romance e um livro de poemas. Em concordância com a teoria do texto, comecei pelo livro certo, Misto Quente. Ei, eu não sabia que o título era uma brincadeira com O apanhador no campo de centeio, mas sabia que o Chinaski é o pobre presunto esmagado pelo pão (seus pais).
Destaco os textos publicados pela Vovó Thatcher (a Margaret?) que seria, de certa forma, uma precursora do que a Gangue faz aqui. A coluna da vovó (não a vertebral) é destinada à divulgação de blogs e sites voltados para downloads de discos e dedicados à livre distribuição de material cultural.
No site você encontra ainda (todos com K no lugar do c) uma Biblioteca Armênia com algumas obras disponíveis, a Discoteca, com download de singles de bandas desconhecidas (para mim) e o Brique, que promete buttons, CDs e quadrinhos ainda não disponíves. Adepto do Copyleft, o site afirma : "Permitida a livre reprodução de todo o conteúdo do site. Pirateie e não peça para ninguém".
O site é Mara! Eu poderia seguir falando mais sobre o site aqui. Mas não quero. Essa é a hora em que eu finjo ser um ornitorrinco do mau e dou tchau (rimas uhu). Eu poderia concluir o post de uma maneira mais espetacular, mas serei mais singela, porque estou entretida (palavra feia) com o texto armênio que traz o artigo do NY Times em que Woddy Allen fala sobre seu ídolo Ingmar Bergman. Aliás, alguém já viu Vicky Christina Barcelona? Ah, para quem não sabe, sou fã do Woody... aaaaaaand she's gone.
Deixo aqui o trailer do novo filme do Woody.
Beijos do sagrado ornitorrinco.
PS1: Não percam a surpresinha do final de semana (tã-tã-tã-tã)...
PS2: Aliás, domingo é meu aniversário, aguardo meu presente, querido leitor ( que seja o SEU COMENTÁRIO) já me deixará alegre.
Gangue do Hipertexto é um blog idealizado por cinco alunas de Jornalismo e seu amigo Thomás. Aqui falamos de tudo que surge em nossas cabecinhas ensandecidas. Sejam bem-vindos.