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domingo, 19 de abril de 2009

canções, versões e outras criatividades (parte 1)

Tudo começou em uma quente tarde de verão quando, na casa de papai, este genitor contribuiu para o meu crescimento intelectual ao tocar no seu mini system um álbum que ele havia criado ( leia-se baixado músicas no mercado de compartilhamento gratuito e gravado-as em um cd virgem) com várias versões. A que mais ficou gravada na mente foi uma versão de Bob Dylan (infelizmente, ou felizmente, eu não gosto muito dele) cantanto Creep, do Radiohead. Papai, porém, foi bastante simpático na escolha do repertório, incluindo "What a Wonderful World" interpretada por Joey Ramone.

O tempo se passou e, numa bela madrugada (do dia 17/04) , um tanto triste por assuntos pessoais (que, obviamente, não vem ao caso), eu e o Petit vimos a coisa mais horrenda e engraçada que poderia existir naquele momento*. Os convidados da noite no Jô eram Inri Cristo e as Inriquetes. Dá uma olhada nas músicas que estas discípulas do di... ops, digo, do Inri Cristo, versionaram.



"Estava ali vendo a tv, sem enteder o porquê"
Eu também, eu também...

Decidi então, fazer o post de hoje com versões, no mínimo esquisitas de músicas, e a Limbo me agraciou com uma criação do quarteto-capela Moosebutter performada por Corey Vidal. Se você adora Stars Wars (ou o compositors e pianista John Williams) e não viu este vídeo, você não é um nerd/músico que se preze.




No site do Moosebutter você pode curtir (nossa, que Kzuka isso) outras criações do quarteto, incluindo uma versão sobre Harry Potter para Pretty Woman. Já o vídeo acima fez tanto sucesso que dá (ou nem precisa dar, trocadalho péssimo) pra achar vários vídeos bolados a partir do primeiro, como este, o Frog Wars.

Com a quantidade de versões estranhas por aí, tenho certeza que farei um novo post pra você, leitor, rir mais um pouco (ou não).

Beijos do Okapi.

*tá, essa é a minha opinião, o Petit disse que elas são interessantes quando cantam e dançam na palavra assanhar.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O gato fedido da internet

Volta o ornitorrinco arrependido com toda a sua cara de pau sem explicar a ausência da semana passada. Últimos suspiros de minhas quase-férias, venho num post não muito extenso.
Retomando o velho hábito de comentar blogs e sites, vou falar sobre um site muito legal que encontrei. Mas antes, já que tem um gato fedido na história, tenho que citar meu vício das férias.

Meu nome é Ornie, e eu sou viciada em Friends há oito anos. Não adianta, se eu estou passando pelos canais e está dando Friends na Warner eu tenho que ver. Mesmo que seja um episódio repetido. Aliás, como todos são para mim, porque devo ter assistido numa média de três vezes cada episódio. Sei que durante as férias revi o último – que eu tinha assistido só uma vez – e admito, rolou uma lágrima singela.

a triste cena das chaves

Entre outros, assisti ao episódio em que a Pheebs grava o clip da música mais famosa da série, e é claro que estou falando de Smelly Cat. Muito engraçado quando ela não reconhece a sua voz no clip por achar muito afinada, quando na verdade é outra pessoa que canta. Ah, e vi também o que a Chrissy Hynde canta Smelly Cat com a Pheebs, muito bom. Ai que saudade dos tempos em que os episódios de Friends eram inéditos...

Voltando ao outro gato fedido, o da internet, eu preciso falar sobre o layout do blog: é um simpático gatinho preto com moscas ao redor. E o fundo é xadrez com roxo: ma-ra!


O blog de Bruna Calheiros e Carlos Merigo fala sobre desenhos animados e tudo o mais que for correlato a este tema. Nas categorias tem humor-negro, terror, nostalgia, séries e outras cositas más.

É uma pena que eu tenha encontrado o blog só agora, quando eu estava numa busca e parei no post com o concurso sobre as Animações dos anos 90, em que o vencedor levava um Almanaque dos anos 90 (cheguei a pensar no meu comentário sobre os Cavaleiros do Zodíaco, meu vício anterior ao de Friends), mas a promoção é do ano passado.

A dica foi dada. Pra quem tem ainda um resquício de férias e de tempo, vale a pena acessar o site e conferir as animações indicadas por quem entende do assunto.

Deixo aqui o vídeo do clássico The Skeleton Dance e aqui, o post do Smelly Cat sobre o vídeo.


Beijinhos do Ornie.

Ah, deixe seu comentário. :)

sábado, 21 de fevereiro de 2009

A verdade está lá fora

Olá! Tenho um aviso a fazer: acredito que antes das minhas aulas voltarem não terei nenhum post decente! Meus assuntos se vão durante as férias e não consigo escrever. No entanto, estou aqui hoje para relembrar e recomendar.

Nesta última quinta-feira fui visitar Limbo Dancer na cidade universo paralelo de Cachoeira do Sul e, como não poderia deixar de ser, envolvidas pela atmosfera misteriosa da cidade portal, fizemos uma maratona de episódios de uma das séries que marcaram a minha infãncia.

Arquivo X, que passava em não sei qual canal da TV averta brasileira, acredito ter sido meu primeiro contato com os temas sobrenaturais. E eu não gostava tanto dos episódios ETsísticos, mas os casos bizarros envolvendo assassinatos me chamavam muito a atenção. Isso além de eu, mesmo quando pequena, achar o David Duchovny bastante apetitoso.






Então, para não ser inútil demais, vim aqui lembrá-los de assistir The X Files. De longe, uma das melhores produções com esse tema. Tudo que veio depois fica bem óbvio depois que acompanhamos os agentes especiais Mulder e Scully em suas empreitadas obscuras.

Beijos e até a volta da minha capacidade de postar.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O gato de botas da internet

Podem até achar estranho, mas eu sou mais uma que somente se deu conta do apagão do Google (no último sábado pela manhã) quando vi uma reportagem na Revista da Semana (edição 74) esta semana (que trocadilho pééééssimo). Tudo bem, apagão seria mais uma forma de aumentar o número de pseudo-jornalistas que fazem sensacionalismo, contudo, o fato é que, por intermináveis 58 minutos, o Google acusava que praticamente qualquer site que você encontrava no seu buscador faria algum mal ao seu precioso computador. A falha, embora muitos certamente tenham tido medo de que fosse alguma invasão, ou até uma brincadeira da própria empresa (que costuma aprontar para os seus clientes de vez em quando), foi humana.

Sim, alguém dono de um altíssimo QI, que fala várias línguas e que é quadragesimamente graduado em alguma universidade, cometeu o erro de “dizer” para o programa que protege o Google de malwares (atualizado semanalmente) que todos os sites que possuíssem o seguinte símbolo “/” deveriam ser enquadrados como ameça.

Vamos ver, ham... o nosso blog, se fosse digitado diretamente na caixa de endereço de um navegador, até poderia se salvar. Olhem só:
ganguedohipertexto.blogspot.com. Agora, se alguém estivesse procurando algo específico no blog pelo chefão-mor da internet já se sentiria prejudicado, afinal, qualquer outra linkagem que pode ocorrer leva o magnífico “/” em seu endereço e o nosso blog entraria facilmente na lista negra do Google.

O problema foi resolvido e agora o buscador não está mais neurótico, achando que quase todos os sites querem fazer malzinho ao seu computador. Só que esses poucos momentos de loucura do Google geraram discussões sobre o seu monopólio na intenet.

Vamos combinar, você pode até não usar o Gmail, ou o GoogleReader, mas certamente você tem Orkut. Ou acessa o Youtube. Ou já usou o GoogleEarth. Embora nem todos estes aplicativos tenham sido desenvolvidos por Sergey Brin e Larry Page, foi a empresa deles que comprou por uma bagatela (foram caros, mas acredito que não devam chegar perto do valor atual) os sites mas acessados atualmente, principalmente no Brasil.

A revista chega a citar que se trate de um fenômeno recente, chamado de monocultura (“quando um produto ou uma tecnologia se torna dominante”), porém, eu ainda não fui convencida de que este é o termo mais adequado. Para mim, embora o Google ofereça a grande maioria de seus serviços gratuitamente, não se pode negar que se trata de uma empresa, que visa a "satisfifação" de seus clientes, que veem e algum dia hão de clicar em uma das propagandas hospedadas em algum dos sites de propriedade da organização e dar um dinheiro pro “papai”. Só que, como muita gente se utiliza de sites do Google, muita gente vê as propagandas, e o interesse da publicidade é justamente este. Então é batata. A maioria dos anúncios não custa muito, o Google quer apenas uma parcela do que você lucra. E, me desculpem o lugar-comum, a galinha vai enchendo o papo e acaba chocando ovos de ouro.

E todo esse parágrafo foi pra explicar o quanto, para mim, o termo monocultura é restrito e abragente (sim, ambas as definições) demais para definir o que o fenômeno que se dá dentro de uma organização econômica. Monopólio seria um termo, creio, mas claro, pois engloba a característica de empresa.

E esta empresa, que oferece serviços muito úteis gratuitamente, nunca bloqueou o seu PC para que você somente usufruísse de seus próprios produtos (como acontece, ainda, com as operadoras de celulares). Você está livre para (tentar) escapar das garras do Google. Um felino, que ao invés de te dar o bote, de olhará com os olhos do gato de botas do Shrek e te convencerá do quanto ele pode ser bom pra você.





Beijos da Póka.


PS1: Prometi que não atrasaria mais post, e juro que não foi o caso. É que eu tenho um rim direito querido que, de vez em quando, inventa de pegar umas infecções. E como estou presa a ele (bom, aos 40% ou 60% que sobraram dele depois que fiz uma cirurgia aos quatro anos) acabo tendo algumas limitações. O pc de casa e o do Petit também não quiseram colaborar neste "momento difícil".

PS2: Graças ao meu magnífico teclado, que veio na bagagem, posso digitar a letra "ç" (vocês não têm ideia de como ela faz falta).

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Reza a lenda...

Em 1975, um problema na produção de Tubarão transformou o filme de estréia de Steven Spielberg, no primeiro blockbuster do verão americano. Como próprio Spielberg declarou em várias entrevistas, dificuldades na criação da grande estrela do filme, o tubarão - ou Bruce, apelido que recebeu em “homenagem” ao advogado de Spielberg – o levaram a decisão de “esconder” Bruce por grande parte do filme. No fim foi justamente esse mistério ao redor do tubarão – com uma grande ajuda da brilhante trilha sonora composta por John Williams – que fizeram do filme um grande clássico do cinema.


Assim como essa, existem inúmeras outras histórias geniais sobre o que acontece nos bastidores da sétima arte. Nesse post eu separei algumas que por alguma razão jamais saíram da minha memória, mesmo que eu tenha escutado-as há um bom tempo. Elas não têm a pretensão de serem as melhores, ou mais interessantes, ou mais engraçadas, ou mais escandalosas histórias de bastidores de todos os tempos, mas por alguma razão eu gosto bastante de todas elas e espero que vocês também gostem.

Reza a lenda que durante as filmagens da primeira versão de Sabrina – não a aprendiz de feiticeira, por favor – em 1954, Humphrey Bogart – que na minha cabeça sempre será associado ao Rick, personagem dele em Casablanca – não aprovava a sua companheira de cena, e par romântico no filme, Audrey Hepburn dona da personagem título. Eu lembro que desde a primeira vez que eu assisti a esse filme eu estranhei o fato que Bogart não consegue convencer que está apaixonado pela personagem de Hepburn. Anos mais tarde eu descobri que a falta de química do casal em cena era conseqüência do relacionamento dos atores fora dela. Em 1995, Sydney Pollack refilmou Sabrina, com Harrison Ford e Julia Ormond nos papeis que foram de Bogart e Hepburn e sem conflitos entre os protagonistas.

Hepburn e Bogart em Sabrina (1954)

Ford, aliás, tem o crédito de uma das grandes falas do melhor Star Wars de todos os tempos – Star Wars – Episódio V: O Império Contra-Ataca (1980). Dizem que na cena em que a princesa Leia diz a Han Solo, personagem de Harrison Ford, que o ama quando ele está prestes a ser congelado, a resposta original do script era ele dizer que também a amava. Ford, porém, achava que a resposta não condizia com as atitudes do personagem, então quando Leia declara desesperada que o ama Solo/Ford responde apenas “I know” ou em português: “Eu sei”.



No ano seguinte (1981), Ford fazia sua estréia como Indiana Jones em Caçadores da Arca Perdida. Originalmente no roteiro do filme na cena em que Jones é confrontado por um homem com uma espada, ele deveria defender-se usado o seu – famoso – chicote. A cena, entretanto, estava demorando muito para ficar pronta e equipe de filmagens estaria supostamente sofrendo com uma intoxicação alimentar. Reza a lenda, então, - eu sei, eu sei, “reza a lenda” de novo, mas eu adooooro essa expressão e ela é perfeita pro post de hoje, então deixa eu me divertir – como eu ia dizendo reza a lenda que alguém sugeriu a Spielberg (diretor do filme) “por que ele simplesmente não atira no cara?”, dando origem a mais uma cena clássica. Na segunda aventura de Indiana Jones – Indiana Jones e o tempo da Perdição – a cena se repete, porém, desta vez, Indy não tem a sua arma para atirar.



Para terminar, eu não poderia deixar de fora desse post o meu filme, ou melhor, trilogia favorita. Então representando O Senhor dos Anéis, está a segunda parte dessa trilogia: As Duas Torres. Reza a lenda (última vez, eu juro), que a (genial) cena da batalha do Abismo de Helm demorou 4 meses para ser filmada, sempre a noite e debaixo de chuva. Reza lenda também, (há! Eu menti, mas eu prometo que ESSA é a última vez) que a cena foi tão trabalhosa e difícil de ficar pronta que os atores e dubles envolvidos fizeram, após a conclusão da (maldita) cena, uma camiseta dizendo: “"I survived Helms Deep" – “Eu sobrevivi ao Abismo de Helm”.

O meu "tempo" está acabando e as muitas histórias que ficaram de fora, eu guardo para, quem sabe, um futuro próximo (ou não). Por hoje é só.. não deixem de comentar!

bjinhos

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Em Terapia...

O post de hoje era sobre Natal. Isso mesmo era, a chegada das férias trouxe uma nova série para a minha já grande lista de séries favoritas e por alguma razão eu tenha que compartilhar a descoberta com vocês.

Depois de passa 2008 inteiro ouvindo (pelo Podcast) a Claudia Croitor do blog Legendado (que, aliás, está de cara nova, clique aqui para conferir) falar em In Treatment e resolvi conferir o que o seriado tinha de tão bom. O resultado vocês já sabem, mais uma série para alimentar meu vício.

In Treatment estreou em janeiro desse ano na HBO americana, e mostra a terapia de 5 pacientes do Dr.Paul, vivido por Gabriel Byrne. A 1ª temporada tem 48 episódios de aproximadamente 30 min. A série foi exibida de segunda a sexta, sendo cada dia da semana a terapia de um paciente. Os episódios de In Treatment são exatamente e somente isso uma sessão de terapia.



Trailer da 1ª temporada. Assista!!!

Uma coisa que eu adorei em In Treatment foi o mistério que cerca as personagens. Na verdade mistério não é bem a palavra certa, digamos que as personagens não nos são apresentadas de forma tradicional. Eles chegam sentam e começam a terapia e a gente vai aos poucos descobrindo quem são aquelas pessoas. A cada sessão nos tornamos mais íntimos das personagens. E pouco a pouco, vamos entendendo o que levou cada um deles ao consultório do Paul.


Sophie (Mia Wasikowska) paciente das quartas-feiras do Dr. Paul

Tudo isso só é possível, é claro, devido, ao excelente roteiro e atuações. Os atores são todos muito bons. A minha favorita é a atriz Mia Wasikowska que vive a ginasta Sophie, e injustamente, não foi indicada ao Globo de Ouro. A atuação dela na série me deixou ainda mais ansiosa para vê-la no cinema ano que vem como Alice na versão do Tim Burton para o clássico de Lewis Carroll Alice no País das Maravilhas.

Acho que esse será o meu primeiro post (relativamente) curto (ou não). Não tenho mais muita coisa a dizer. É difícil explicar o que exatamente fez com que eu me apaixonasse por In Treatment. Eu simplesmente achei a série maravilhosa. Os episódios são do tamanho ideal, um pouco mais seria cansativo. Apesar da forte carga emocional da série ela raramente te “deprime”, porém, muitas vezes te deixa refletindo sobre a sua própria vida enquanto os créditos vão passando. É quase como se você estivesse fazendo terapia junto com as personagens. E olha que eu estou apenas no episódio 14 e até o momento a série só melhora.

Bem queridos e amados leitores, desculpem o post fraquinho. O motivo principal que me trouxe aqui hoje é avisá-los que nessas semanas de festas e blog deve ficar relativamente parado. Sabe como é muita comida, bebida, presentes..., mas a gente promete que logo que o 2009 chegar estaremos de volta com textos fresquinhos.

Então um feliz Natal para todos vocês e se por acaso não der pra eu postar semana que vem feliz Ano Novo!

Bjinhos

PS1: Segui o meu próprio conselho de semana passada e assisti hoje à tarde o clássico Felicidade Não se Compra (1946). Adorei!!!! Quem quiser um bom filme com espírito natalino aproveite e faça o mesmo.

PS2: Lá se vai o post curto...

PS3: Quase esqueci... como o post de natal não saiu deixo vocês com o Barney de How I Met Your Mother e suas versões digamos, hum peculiares para famosas músicas natalinas:


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Once again, Limbo Dancer, proudly, presents...

Sabe aqueles clássicos do cinema que todo mundo fala e parece que só você não assistiu? Aí depois de um tempo você resolve se render ao que parece ser o universo inteiro conspirando para que você o assista e vai até a locadora buscar o maldito filme... Senta para assistir pensando que não tem como ele ser tão bom quanto todos dizem... Então quando finalmente os créditos sobem e você deixa de fazer parte da minoria excluída que nunca assistiu ao suposto filme, tudo que você consegue pensar é: Como eu vivi até hoje sem assistir a isso??? Soa familiar para mais alguém, ou eu é que sou maluca mesmo?

Tyler Durden (Brad Pitt) em Clube da Luta

Enfim, a cena que eu descrevi a cima, fez parte do meu sábado à noite nesse fim de semana. Com preguiça de sair, eu e a Poodle decidimos ficar em casa e assistir um (ou dois) filminho(s), resolvi tirar da prateleira a última aquisição do meu projeto de futura coleção de DVDs: Clube da Luta. Eu tinha comprado o filme há quase um mês e ainda não tinha tido tempo de assisti-lo. Duas horas depois eu me perguntava como vivi 20 anos sem assistir a Clube da Luta?
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Interrompemos esse post para o compartilhamento de um pensamento aleatório do fim de semana:

O Brad Pitt é bonitinho demais para o seu próprio bem!!! É sério! Se ele fosse um pouquinho mais feio ele seria um ator bem mais respeitado. Mas por causa do seu lindo rostinho as pessoas esquecem o quão bom ator ele é. Não acredita? Passe na locadora e retire Clube da Luta ou 12 Macacos.
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Comentários aleatórios a parte, voltamos ao post. Essa lista de filmes clássicos é bem vasta e não tem só filme velho não. Pra mim filmes bem recentes como a trilogia O Senhor dos Anéis, ou The Dark Knight (Batman – O Cavaleiro das Trevas) já são clássicos e devem ser assistidos. Clássico não tem necessariamente relação com idade, mas é claro que o tempo ajuda a distinguir os longas que serão esquecidos dos verdadeiros clássicos. Há, entretanto, filmes que você tem certeza no instante em que você acabou de assistir que daqui a 30, 40 as pessoas ainda sentarão para vê-lo.

Existem inúmeras listas de melhores filmes de todos os tempos por aí, eu particularmente gosto da do AFI (American Film Institute). O AFI tem na verdade uma série de listas (clique aqui para ver todas). A primeira delas intitulada 100 Years... 100 Movies, foi uma homenagem aos 100 anos do cinema norte-americano comemorado em 1998, e lista, como vocês podem imaginar, os 100 melhores filmes americanos de todos os tempos. Quase 10 anos depois em 2007 o instituto lançou uma nova versão da lista original (100 Years... 100 Movies – 10th Anniversary), acrescentando alguns filmes da última década.

Recentemente o Instituto Americano de Cinema (AFI) lançou, ainda, a lista de 10 melhores longas em 10 gêneros diferentes, a 10 Top 10 (nessa eu votei). Outra lista interessante do AFI é a de 100 melhores frases do cinema (100 Years... 100 “Movie Quotes”).

Rhett Butler (Clark Gable) no exato intante em que ele diz o famoso: " Frankly, my dear, I don't give a damn." em E o Vento levou

A revista Bravo! também resolveu opinar no assunto e lançou uma edição inteirinha dedicada aos 100 filmes considerados por eles essenciais para a história do cinema. O legal dessa lista é que ela não traz só filmes norte-americanos. (Clique aqui para ver a lista completa).
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Interrompemos esse post novamente para compartilhar mais um pensamento completamente aleatório:

Porque, querido leitor, toda santa lista de 100 melhores filmes do cinema tem Cidadão Kane no primeiro lugar?? Os três exemplos que eu citei até agora, as duas listas do AFI e a da Bravo! começam iguaizinhas: Cidadão Kane, seguido de O Poderoso Chefão...
... deve ser o universo conspirando pra mim assistir Cidadão Kane.
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De volta ao post. A última lista que eu trago para vocês hoje é bem recente. Os leitores da revista inglesa Empire escolheram os 100 maiores personagens da história do cinema (Clique aqui para ver a lista completa). A lista é bem mais nerd que as anteriores, pra vocês terem uma noção Star Wars aparece 6 vezes na lista. Talvez por isso essa seja a lista que mais filmes eu assisti (um total de 60 dos 100 personagens lembrados).

Darth Vader, fomoso vilão da saga Star Wars e 2º colocado na lista da Empire

Ok era isso. O que você ainda está fazendo ai parado em frente ao seu computador?? Mexa-se, comente esse post e corra para locadora mais próxima, tem inúmeros clássicos te esperando...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Top 5 - Comunidades bizarras e divertidas do Orkut

Eu não sei vocês, mas eu adooooro o Orkut! De uns tempos pra cá, ele se tornou a melhor ferramenta de busca da web, melhor até que o santo Google. Basta procurar ou deixar sua pergunta na comunidade certa que em instantes seu problema estará resolvido. As comunidades, aliás, sempre foram a minha parte favorita. Lá pelos primórdios do orkut (quando ele ainda era todo e somente em inglês e precisava de convite para entrar) enquanto todo mundo (que eu conhecia) preocupava-se eu encher sua lista de amigos, trocar scraps e colecionar testimonials, eu garimpava comunidades. Um dos primeiros grandes achados que eu lembro foi a Eu Odeio Filme Dublado, dá qual eu continuo fazendo parte, já que eu realmente detesto filme dublado!

Hoje em dia eu tenho exatas 215 comunidades, a maioria relacionada a séries e filmes, como talvez vocês já imaginassem. Dessas 215 uma das minhas prediletas é a Top 5. Derivada do livro/filme Alta Fidelidade a Top 5 é uma comunidade d
edicada a elaboração de listas. Lá tem lista dos 5 melhores ou piores qualquer coisa que você possa imaginar: “Casais de seriados”, “bandas que eu vou apresentar para meus filhos”, “filmes com os melhores finais”, “pessoas ilustres que você ressuscitaria”, “personagem fictício que eu gostaria de ter como amigo”. E se a lista que você procura não existir basta abrir um novo tópico e propô-la, que o pessoal da comunidade rapidamente adere a qualquer idéia insana e começa a listar.


Mas sabe qual é a melhor parte do Orkut e de suas comunidades? Ter a certeza de que você é maluca, porém não é a única. Antes que você comece a concordar com a parte do maluca e que os homens de branco venham me buscar eu explico: Sabe quando você encontra aquela comunidade bizarra sobre algo que você sempre achou que só você gostava? Pois é, comigo isso acontece com freqüência, provavelmente com mais freqüência do que deveria. Digamos que comunidades bizarras e insanamente divertidas dominam o meu orkut. Acredite não é exagero da minha parte. Uma vez eu entrei num daqueles joguinhos inúteis do orkut pra dizer qual a comunidade mais estranha da pessoa acima. O carinha que respondeu depois e mim disse apenas que não dava pra escolher que todas elas eram bizarras.

Aproveitando a deixa da Top 5 ai vai a lista das minhas 5 comunidades mais bizarras, insanas e, portanto, divertidas (em ordem alfabética):

- Eu vi a Falcon no Episódio III - Falcon, pra quem não sabe, é a Millennium Falcon nave pilotada pelo Han Solo, personagem do Harrison Ford, na trilogia Clássica do Star Wars. Eu, e segundo o Orkut mais 5 fans/nerds, conseguimos avistá-la no canto esquerdo da tela durante a exibição de Star Wars – Episódio III: A vingança dos Sith. Ok essa é com certeza a minha comunidade mais nerd, ganhando até mesmo da Lighting of the Beacons, sobre a cena em que o
Pippin acende os faróis de Gondor no Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei.

- Monkey, Monkey Underpants – Essa é a melhor das minhas zilhões de comunidades para Gilmore Girls. A pérola que dá título à comunidade são as últimas palavras da tentativa da Lorelai de escrever uma carta de recomendação, escrevendo tudo que vem a sua mente. Ela começa pensando no vestido que está usando, passa para Casablanca o filme, depois para a Casa Branca, carros híbridos e finalmente chega ao tal monkey, monkey underpants (macaco, macaco, roupa intima).


Vídeo da cena do Monkey, Monkeys Underpants

- Perco a linha no sofá da Oprah – OK vocês provavelmente viram no you tube o vídeo da fatídica entrevista do Tom Cruise na Oprah, em que ele provou para todos que é completamente maluco, gritando e pulando no sofá (se você ainda não viu clique aqui). Bem, no meu caso a experiência foi um pouco mais assustadora. Eu esperava assistir a uma simples entrevista sobre o último filme do ator, Guerra dos Mundos, quando liguei a TV na GNT e fui testemunha da crise de insanidade do astro ao vivo. Ainda assim foi hilário.

- Tarantino Stole My Shoes – Essa aqui eu achei graças a Poodle, e como vocês podem perceber não faz sentido algum. E é por isso que eu adoro ela. A descrição é mara! I love Quentin Tarantino's movies but he stole my shoes and now i'm really mad. (Traduzindo: Eu adoro os filmes do Quentin Tarantino, mas ele roubou meus sapatos e agora eu estou realmente irritada.)

- WANTED – Essa vem acompanhada de uma foto do Dean (Winchester, de Supernatural) e na descrição diz: If found send to my bedroom .... .... Seriously! (Traduzindo: PROCURADO – Se encontrado, envie para meu quarto... ... É sério!!). Bem essa não precisa explicação. Ahhhh se alguém achar o endereço é Silva Jardim 2149, ap. 406, Santa Maria, RS, Brasil. Obrigada!


Jensen Ackles/Dean Winchester em sua magnífica performance de Eye of the Tiger

Lembrando que a Gangue também tem seu próprio cantinho no Orkut (clique aqui para entrar). Bem era isso, não esqueça de deixar seu comentário dizendo as suas comunidades bizarras favoritas...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Coisas que eu achei no You Tube

Todo mundo já sabe, mas não custa dizer mais uma vez: o You Tube é mara! Nele você encontra de tudo um pouco: musiquinhas hilárias, cenas históricas, gatinhos falantes, Sketchs do MadTV, entrevistas, cenas dos seus filmes favoritos, o vídeo do Jensen Ackles dublando Eye of the Tiger (exibido originalmente no final do episódio de Yellow Fever da 4ª temporada de Supernatural) e qualquer outra coisa que você consiga imaginar. Pois bem, semana passada eu, por acaso, acabei fazendo duas grandes descobertas (aprovadas pelo canguru) no site.

Começando pelo novíssimo canal do Monty Python! (Se você não faz a menor idéia de sobre o que eu estou falando clique aqui que a Wikipédia te explica). Sim, agora os hilários Pythons têm o próprio cantinho no You Tube. Cansados de verem seus vídeos espalhados pela rede (em grande parte numa qualidade ruim) os humoristas britânicos resolveram unir-se a nova tecnologia em vez de lutar contra ela. Mas, é melhor eu deixar que eles mesmos expliquem suas razões...



No canal você encontra vídeos dos filmes, programas de TV e shows do grupo humorístico inglês, além de algumas entrevistas. Tudo em vídeos de boa qualidade. Pra quem nunca assistiu nada do Monty Python um aviso importante: os Pythons têm um humor bem peculiar. Eu adooooro! Piadas ácidas, inteligentíssimas, algumas bobas (ou silly como eles mesmos definem), mas não menos hilárias e tudo com o magnífico e exageradamente carregado sotaque britânico, que torna tudo (aparentemente) mais inteligente e (estranhamente) muito mais engraçado.



O canal só tem dois pontos negativos. O primeiro é que o site poderia ter bem mais vídeos, mas como ele é novo é provável que a população de sketchs e entrevistas no canal aumente. O segundo problema é que tudo no site é em inglês sem direito a legendas. Então, se você não entende nada de inglês a solução é correr até a locadora mais próxima e procurar pelos Pythons em DVD, garanto que vale a pena. Antes que eu esqueça o site do Monty Python também é muito legal e vale a visita.


Deixando de lado as piadas da terra da rainha, vamos à segunda descoberta. Para falar a verdade essa segunda descoberta não é bem fruto do You Tube, digamos que ela está apenas refugiada por lá. Mas é (sempre) melhor começar do início, portanto, é melhor dizer logo do que eu estou falando. Pois bem, a segunda descoberta é o Dr. Horrible’s Sing-Along Blog. O nome é estranho, e para falar a verdade o vídeo também é. O vídeo blog do Dr. Horrible é um projeto do criador de Buffy the Vampire Slayer (Buffy, a Caça-Vampiros no Brasil), Joss Whedon. Desenvolvido durante a greve de roteiristas (iniciada no fatídico 5 de novembro do ano passado), Dr. Horrible’s Sing Along Blog é um musical de 43 minutos produzido diretamente para a internet. A idéia de Whedon era produzir algo independente, onde ele tivesse total liberdade para criar. E que melhor lugar para divulgação do produto final que a web?


O vídeo narra a história do aspirante a super-vilão Dr. Horrible, interpretado por Neil Patrick Harris o divertidíssimo Barney do seriado How I Met Your Mother. A galeria de personagens ainda traz o narcisista Captain Hammer, arquiinimigo do Dr. Horrible, a doce Penny, mocinha da história e o fiel ajudante do vilão conhecido como Moist.

Não direi aqui que o vídeo é hilário, porque, mesmo que ele tenha uma boa doze de ironia, hilário ele não é. Entretanto, alguma coisa na história do simpático Dr. Horrible realmente me conquistou. Adorei a maneira invertida como as peripécias do vilão são contadas, centrando o foco narrativo no vilão que, uma vez que você observa de perto não é tão mau assim. Da mesma forma o herói deixa transparecer desde a sua primeira aparição que seus motivos não são assim tão nobres. Essa dualidade entre bem e mal é retratada de maneira sutil enquanto acompanhamos a jornada do Dr. Horrible até alcançar a sonhada vaga na liga de Super-Vilões, Evil League of Evil (adooooro esse nome).Tudo isso sem esquecer é claro que trata-se de um musical.

O Dr. Horrible Sing-Along Blog divide-se em três atos que foram originalmente postados neste endereço onde esteve disponível para espectadores do mundo todo durante algumas semanas de julho. Atualmente o vídeo está disponível apenas para quem mora nos EUA, mas como hoje em dia não existe nada que não se ache no You Tube, foi lá que eu encontrei refugiado o Dr. Horrible. No You Tube eu só encontrei o vídeo sem legendas, mas é sempre possível pedir uma ajuda para o Paul Torrent e procurar uma legenda na net.



Bem, é melhor eu ir ficando por aqui, já "falei" demais e o novíssimo filme do 24 horas me espera. Então beijinhos. Deixo vocês com o primeiro vídeo do Dr. Horrible (no You Tube ele está dividido em 6, dois para cada ato):

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Limbo Dancer presents...

É surpreendente que eu tenha sobrevivido até o presente momento sem comentar nenhum blog/site sobre cinema. Para aqueles de vocês que não me conhecem: Eu gosto muito, muito mesmo de cinema. Nas locadoras onde eu pego filmes e no cinema aqui de Santa Maria as pessoas já me conhecem (ás vezes até por nome). Há algum tempo atrás, quando eu tinha bem menos coisas para fazer e pegava muito mais filmes, esse vício chegou ao fatídico ponto de a mocinha da locadora reconhecer minha voz no telefone! But, anyway...

Hoje, então chegamos ao inevitável post sobre cinema. Vamos então aos três maravilhosos sites que eu selecionei para vocês:

Para começar, aquele que para mim é um dos sites mais magníficos ever: o Internet Movie Data-base, ou apenas IMDb. O site é todo em inglês, porém as a navegação é bastante simples e, ao menos as funções básicas do IMDb são acessíveis a qualquer pessoa que compreenda o mínimo de inglês.


Mas afinal, o que faz do IMDb um site tão incrível? Bem, sabe quando você está assistindo a um filme ou série e aparece aquele ator/atriz que você tem certeza que já viu algum outro lugar, mas não lembra qual? Eu não sei quanto a você, mas comigo isso acontece com bastante freqüência e nessas situações até mesmo o santo Google pode levar horas para te dar a resposta. No IMDb esse problema é facilmente resolvido: basta escrever o nome do filme, diretor, ator, produtor, ou qualquer outra função remotamente ligada ao cinema no quadrinho de busca e Voilà! Tudo que você queria saber estará diante de seus olhos: lista completa de créditos do filme, com links diretos para a página do site para os atores, diretores e demais envolvidos no filme, que por sua vez contém a lista (também com links) de todos os filmes, séries e afins que a pessoa participou, fotos, cartazes, dia de estréia, trilha sonora, premiações e mais uma infinidade de informações (cada vez que você entra no IMDb, você descobre uma nova função do site).


Eu gosto bastante de ler: a parte de trivia, que traz curiosidades sobre o filme ou personalidade em questão; a parte de movie connections, que lista as referências feitas pelo filme a outras produções e outras produções que fazem referência ao filme em questão; e a parte de quotes, em que você encontra as principais falas do filme/série/etc.

Passamos do IMDb para o FirstShowing.net que eu descobri a apenas algumas horas atrás, mas, que já se tornou um dos meus sites favoritos. O slogan do site o define com perfeição: Connecting Hollywood with its audience (Conectando Hollywood com a sua audiência). O Fist Showing é o paraíso para qualquer cinéfilo. Lá você encontra noticias, trailers, entrevistas, reviews e tudo mais que for relacionado à sétima arte.


Destaque para o texto muito bem escrito, principalmente os reviews, os trailer, que apesar da pequena demora para carregarem, compensam pela ótima qualidade de som e imagem, as entrevistas, interessantíssimas, com perguntas inteligentes e não-obvias e ao perfil do pessoal do sites, que apesar de não conter nada sobre a formação deles (coisa que eu fiquei curiosíssima para saber), é bem interessante com a lista de filmes, diretores, atores e atrizes favoritos de cada um. Mas, o que eu achei mais bacana no
site é que fica claro que ele é feito por gente que gosta realmente de cinema e não tem preconceito com gênero, idade, nacionalidade, ou qualquer outra coisa (Notem que um deles tem Cidade de Deus entre seus filmes favoritos).

Você deve ter percebido que o First Showing também é todo em inglês, mas, se você não entende nadinha de inglês não se desespere. Existem muitos bons sites sobre o cinema aqui no Brasil, eu particularmente gosto bastante e, portanto recomendo o Cinema em Cena. Eu freqüento o site (quase) diariamente há um bom tempo e gosto muito da disposição das informações e da maneira como elas são escritas. O site oferece notícias, críticas, variedades, colunas, fotos, cartazes, espaço para opinião do leitor, etc. Eu gosto que na parte de notícias o nome do filme vem sempre antes da manchete e que entrando na página do filme você encontra todas as outras informações sobre ele disponíveis no site (fotos, cartazes, trailers...).


As críticas são sempre bem escritas e de alguma forma pessoais (de maneira positiva). As opiniões nem sempre concordam com o que grande parte da crítica diz sobre o filme, o que para mim é ótimo! Mesmo que eu nem sempre concorde com o que o editor do site, Pablo Villaça escreve, é sempre bom ler opiniões diferentes (e inteligentes, é claro). Só é triste quando eu entro no Cinema em Cena e tem bem grande o “procuramos estagiários”, mas, as vagas só valem para quem mora em Belo Horizonte. Poxa....

Bem, por hoje é só... Aproveitem as dicas e não esqueçam de deixar o seu comentário antes de sair...

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Qual é a Música?

Primeiramente eu gostaria de deixar claro que este post (apesar do nome) não possui qualquer ligação com o homem do baú, então não se preocupem nada aqui vai trocar de horário ou sumir da programação sem aviso prévio e eu não farei piadinhas sem graça e/ou constrangedoras. Deixando isso bem claro, vamos ao assunto de hoje...

No finzinho da semana passada a Poodle falou aqui no blog dos seus joguinhos da internet favoritos, bem eu fiquei com inveja e resolvi fazer o mesmo. Ao contrário da Poodle eu nunca fui viciada em joguinhos da web, até que, em alguma tarde fatídica das minhas férias de inverno do ano passado, tudo mudou. Era um dia monótono, “99 canais e nadinha pra assistir”, irmão malinha no computador e nada mais para ler (aquela altura das férias eu já havia devorado tudo, tinha até lido pela segunda vez O Senhor dos Anéis inteiro). Então, naquela velha desculpa que todo mundo usa (mas eu juro que essa vez é verdade), estava passeando pelos canais e acabei na MTV (naquela época ainda tinha MTV na Sky, não que hoje dia o canal faça muita falta...) e foi aí que tudo mudou.

Não lembro mais o nome do programa, era aquele que falava de coisas da internet e o Léo Madeira estava lá como convidado. Ele e a mocinha que apresentava o programa, cujo nome eu também não lembro (Luisa?? Não lembro mesmo, mas algo assim...) estavam jogando algo onde você ouvia a voz de alguma personalidade no VMB e tinha que acertar quem era. Achei interessante. Aí alguém (no programa) disse algo sobre outra versão do joguinho com trilha de filmes. Então, eu fiquei realmente curiosa pra ver o tal jogo.

Meu próximo passo foi me livrar do meu irmãozinho (que estava no computador), e vasculhar o maldito blog do programa atrás do link do jogo (de tanto trocar de canal acabei perdendo o nome do joginho). Algumas horas (ok, ok, minutos) depois eis que eu encontro o magnífico Flash Pops!!!!!

Fui logo abrindo a versão que dizia “Músicas de Filme”. O conceito do Flash Pops é bem simples (e o jogo é todo em português): são vários quadradinhos agrupados, clicando no play de cada quadrinho você escuta uma música e se sabe a resposta (que no caso do “Músicas de Filme”, como vocês podem imaginar, é a qual filme a música pertence), você a escreve abaixo no quadradinho e se ele ficar verde, PARABÉNS! você acertou!


Em busca de dicas e de mais joguinhos eu encontrei a comunidade do Flash Pops no orkut. Como eu esperava na comunidade você encontra dicas e respostas para os Flash Pops, além de inúmeros outros joguinhos similares. As versões do Flash Pops e de seus similares são muitas, então, vai aí uma lista das melhores (segundo a minha humilde opinião):

- Músicas de Filmes: Foi o primeiro que eu fiz e continua meu favorito. Existem três Flash Pops nessa categoria. Eu sugiro começar pelo primeiro (o azulzinho). Nele você encontra todas as trilhas clássicas (Indiana Jones, Star Wars, Psicose, Missão Impossível, 007....), sendo ele o mais fácil dos 3. No segundo e no terceiro essas trilhas mais clássicas (e portanto fáceis) vão se esgotando e conseqüentemente o jogo tornando-se mais difícil;

- Logos de Bandas: Bem o nome já explica tudo: você tem vários logos de bandas e deve identificar a qual cada um deles pertence. Eu, humilde cinéfila sem tantos conhecimentos musicais, só completei esse graças a ajuda do Orni e da Poodle (DICA: esse tipo de jogo é hilário de jogar em grupo);

- Capas de Disco: Esse funciona em duas etapas: 1ª etapa - identificar a qual banda cada um dos 36 álbuns pertence; 2ª etapa – responder o nome de cada álbum;

- Posters de Filmes: Esse é bem facilzinho. São 36 posters (bem conhecidos) para você responder a qual filme eles pertencem;

- Filmes de Animação: Ótimo para relembrar a infância, enquanto você tenta lembrar “a qual clássico da Disney essa maldita música pertence”. Se você completar os 50 quadrinhos e ainda estiver se sentindo nostálgico tente fazer o Desenhos Animados;

- Séries de TV: Last but not least, o joguinho onde você encontra os temas de abertura de (quase) todas as suas séries favoritas.

Se você está pensando que este post está acabando, você está redondamente enganado... Eu ainda tenho uma carta (leia–se jogo) na manga: O M&M Dark Chocolate – Find 50 Dark Movies. Lançado, até onde eu entendi, para o lançamento do M&M Dark Chocolate, o joguinho é um quadro onde estão escondidos 50 filmes dark, ou seja, basicamente, filmes de terror e/ou suspense.


Infelizmente ao contrário do Flash Pops o joguinho do M&M é todo em inglês. Os 50 filmes estão espalhados na imagem acima e as repostas são sempre jogos de palavras envolvendo figuras da imagem e os títulos (em inglês) dos filmes. Para responder você deve clicar na parte da imagem correspondente ao filme e escrever o nome dele na janelinha que aparecerá. Algumas dicas: Aquele bixo estranho saindo do recipiente de vidro é um besouro, o estado americano desenhado na bandeira rasgada é o Texas, a escada tem 39 degraus e (na minha opinião) as ovelhas deveriam estar “mudas” e não “surdas” para a brincadeira fazer sentido....

Agora sim chegamos aos “minutos finais” desse post. Boa Sorte a todos que se aventurarem pelos joguinhos (que estão aprovados pelo canguru!) e não esqueçam de comentar...

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Riddle me this...

Riddle me this... what jumps up and down and writes the coolest blog on the web?

Traduzindo:

O que é, o que é, pula pra cima e pra baixo e escreve o blog mais legal da web?

Se você respondeu Thomás, o canguru, você tem permissão para continuar lendo este post!

Sim, queridos, volto hoje neste post breve para compartilhar com vocês o meu mais novo vício na web e dar-lhes atividades de fim de semana (como se vocês fossem como eu e não tivessem vida social). Como vocês bem sabem (ou não) a Poodle aqui tem uma tendência um tanto 'nerdesca' de se apaixonar por joguinhos. Quanto mais nerd melhor! Digo isso com autoridade! Já joguei Tibia e, pasmem, gostei!


Print que algum nerd fez de seu jogo de Tibia.

Mas depois do jogo mais chacoteado da web (injustamente, eu devo acrescentar. Tudo bem, os bonecos parecem de Lego e não dá pra ser uma elfa bonitona, mas é de graça) eu tive uma fase Diner Dash. Sim, aquele em que a gente é a garçonete e tem que servir as mesas o mais rápido possível, sem deixar os clientes bravos! Cheguei a ter uma tendinite de leve, já que para jogar temos que clicar o mais rápido possível!




Mas vamos falar do hoje! Bem, hoje eu jogo Popmundo que, aliás, já é meu vício antigo. É um RPG online em tempo real. E não, os gráficos não são como os de Tibia. Simplesmente porque não tem gráficos! Tãnã! É isso mesmo! O jogo é constituído apenas de ações, sem animaçõezinhas. O objetivo é se tornar um superstar da música. O jogo é muito bem estruturado e o jogador tem que cuidar tanto da vida pessoal como do alter ego músico do personagem.


Minha página do popmundo. Meu nome é Lexie Douglas e eu moro em Londres, caso queiram me encontrar.


Mas o que lhufas o título do post tem a ver com tudo isso, você se pergunta??? Aqui entram meus NOVOS vícios: Riddles! Aqueles jogos constituídos de charadas cujas respostas são usualmente inseridas na url do site para passar para o próximo nível. Existem vários de inúmeros níveis de dificuldade por aí pela internet. No momento estou jogando o 99 Chambers. Estou na câmara 25 ainda, mas tenho certeza de que até o fim da vida eu chego à 99ª.



E, por fim, meus últimos companheiros de noites vazias: point and clicks... mais especificamente os joguinhos de fuga! Ah! O prazer McGyveresco de escapar de um banheiro com um elástico e uma escova de dente! A minha série preferida, devido ao bom humor e perspicácia das formas de fuga, aos gráficos (sim, eu também tenho direito) é o 'The Great ... Escape". Ponha em ... qualquer cômodo da casa.

The Great Bathroom Escape



E onde eu acho essas coisas? Yadda Yadda!

Quem assiste Seinfeld entendeu a piada! Mas além de um magnífico bordão desta série mais magnífica ainda Yadda Yadda é o site que traz, todos os dias, jogos novos pra você, querido nerd de plantão!

O Yadda Yadda é mara!

Beijos e bom fim de semana! Não esqueçam de comentar, participar da nossa promoção (que, com sorte, vai ao ar nesse fim de semana) e seguir a Poodle no Twitter :D .

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Epidemia - Parte II: Enquanto isso na TV

Como eu havia informado anteriormente esse post é uma continuação do de semana passada. Recapitulando para você que têm mente porosa (código ornitorrinco para memória fraca) no capítulo anterior (também conhecido como post de semana passada) eu comecei a falar sobre marketing viral e me perdi falando sobre a magnífica divulgação de The Dark Knight (Batman: O Cavaleiro das Trevas). Assim devido a falta de espaço a epidemia continua hoje...

Na TV, como eu já havia citado no início do post anterior, a CBS usa essa mesma técnica de marketing viral na divulgação da comédia How I Met Your Mother (no Brasil a Fox Life transmite o série). O seriado que está na sua 4ª temporada é na verdade um grande flash back desencadeado pelo questionamento que dá nome a série (Como eu conheci sua mãe?). Os episódios sempre iniciam com a personagem Ted Mosby e sua interminável narração para os filhos de como ele conheceu a mãe deles, o que envolve uma série de peripécias dele e de seus 4 amigos (Lilly, Marshall, Barney e Robin) que (espera-se) o levem a conhecer a misteriosa moça dona guarda-chuva amarelo.


Quanto aos virais da série, o melhor deles, que eu já havia citado no post anterior, é o hilário blog do Barney. Barney, é um solteiro convicto que anda sempre de terno e não perde a oportunidade de explicar pra quem quiser ouvir (ou não) suas milhares de teorias. Ele tem teorias para tudo, principalmente sobre relacionamentos, ou melhor, sobre sua aversão a eles. O blog é citado diversas vezes na série e os posts são sempre relacionados aos acontecimentos do episódio da semana, (e geralmente incluem alguma dessas suas teorias). Eu particularmente adorooooo, o post em que ele sugere reality shows dos quais ele poderias ser o apresentador (post do dia 29 de setembro).

Além do blog do Barney outros endereços da web citados na comédia ganharam sua versão no mundo real. Uma particularidade dos virais de How I Met Your Mother é que eles não chegam a ser uma forma de divulgação da série, porque a maioria do conteúdo deles só faz sentido para os fãs. Os endereços funcionam na verdade como uma ponte entre o universo do programa e o nosso. Se você assiste How I Met Your Mother vale a pena conferir o tedmosbyisajerk.com, site (supostamente) criado por uma mocinha enganada por Barney enquanto ele usava o nome do amigo, e o guyforceshiswifetodressinagarbagebagforthenextthreeyears.com (esse só tendo visto o episódio para entender).


A nova série hit da HBO, True Blood, que estréia na HBO brasileira em janeiro do ano que vem, também ganhou vários sites que fazem essa ponte entre o mundo ficcional e o nosso. A série é ambientada numa realidade onde os vampiros são reais e decidiram "sair do caixão" e tornar sua existência pública depois que uma empresa japonesa desenvolveu um sangue sintético chamado Tru Blood.

Toda essa revelação dos vampiros foi acompanhada pelo site BloodCopy. O site é feito como se pertencesse a cidadãos comuns que as vésperas da grande revelação resolveram investigar os rumores cercando a possível existência dos lendários sugadores de sangue. No BloodCopy você também encontra vários vídeos de entrevistas com personagens da série.


O Tru Blood (a bebida não a série) também tem o seu próprio site, com direito até mesmo a vídeo comercial. Antes de entrar no site você deve informar a data em que foi transformado em vampiro. Além disso o site possui um teste para você descobrir qual tipo sangüíneo é o seu favorito e vários produtos relacionados ao sangue sintético. Também foi criado um divertido site de namoro online para humanos e vampiros o LoveBitten.net e vários outros apoiando ou não a luta dos vampiros por direitos iguais.


Se você assim como eu acha que esse tipo de publicidade é mara (ou até mesmo em alguns casos aprovado pelo canguru) fique atento as campanhas do novo filme de Jornada nas Estrelas (clique aqui se você estiver com preguiça de descobrir sozinho a sintonia das câmeras) , do segundo Cloverfield (que parece estar seguindo os passos do primeiro filme), do novo filme do diretor de Napoleon Dynamite e Nacho Libre, Gentlemen Broncos e quem sabe até mesmo de uma seqüência de The Dark Knight (por enquanto o filme é só um boato, mas...).

P.S. Fiquei muito decepcionada (e um pouco irritada) semana passada com as noticias do possível (e ao que tudo indica provável) cancelamento da série Pushing Daisies. Para quem, assim como eu, adora a série existe uma petição online para tentar impedir o fim do programa. Não sei se fará alguma diferença na decisao da ABC, mas não custa tentar. Para assinar a petição clique aqui.